Enfermeiros reagem às agressões de Bolsonaro

O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo relatou "profunda indignação, junto à inferiorização da categoria" com o fato de Jair Bolsonaro "tratar a desvalorização como algo natural, ao citar os baixos salários da categoria, quando na verdade deveria combatê-la, na busca por mais justiça social"

(Foto: PR | Reprodução)

247 - O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo publicou uma nota em repúdio à fala de Jair Bolsonaro.

Em entrevista à jornalista Leda Nagle, o ocupante do Planalto afirmou que, o médico não passa no Revalidade, "vai arranjar outra profissão ou então ficar como enfermeiros, ganhando menos, é uma proposta pra eles".

O conselho afirmou ser necessário esclarecer "o verdadeiro valor e as competências" da profissão.

"Também causa profunda indignação, junto à inferiorização da categoria, o presidente da República tratar a desvalorização como algo natural, ao citar os baixos salários da categoria, quando na verdade deveria combatê-la, na busca por mais justiça social", acrescentou.

O Cofen (Conselho Federal) em conjunto com todos os conselhos regionais de enfermagem (Cofen e Coren)  publicaram em conjunto uma carta aberta.

"Vinda do mais alto mandatário da nação, [a declaração] é inaceitável". 

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