Enquadrado pela lei, dono da Havan diz agora que o voto é livre

Depois que a Justiça do Trabalho o proibiu de coagir funcionários para votar no candidato da extrema-direita a presidente, Jair Bolsonaro (PSL), o empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, agora diz que o "voto é livre"; "Luciano Hang e Havan Lojas de Departamentos Ltda., em cumprimento à decisão judicial vem cientificar sobre o voto livre, com inteiro teor da decisão proferida no referido processo", disse o empresário pelo Twitter

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247 - Depois que a Justiça do Trabalho o proibiu de coagir funcionários para votar no candidato da extrema-direita a presidente, Jair Bolsonaro (PSL), o empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, agora diz que o "voto é livre". 

"Luciano Hang e Havan Lojas de Departamentos Ltda., em cumprimento à decisão judicial vem cientificar sobre o voto livre, com inteiro teor da decisão proferida no referido processo. Confira aqui a versão com áudio:https://youtu.be/v14EDuvY0Yc", disse o empresário pelo Twitter. 

Assédio de Hang vinha sendo feito abertamente e transmitido nas redes sociais. O juiz do trabalho Carlos Alberto Pereira de Castro, de Florianópolis, determinou que sua decisão seja afixada em cada uma das lojas da rede e estabeleceu multa de R$ 500 mil por loja em que a sentença não seja exposta (leia mais). 

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