Estados acusam Pazuello de enviar dados errados de seringas e vacinas para o STF

Ao contrário do que o ministério da Saúde informou erroneamente em ofício enviado ao STF, os estados possuem seringas e agulhas o suficiente para iniciarem a campanha de vacinação

(Brasília - DF, 16/01/2020) Palavras do General de Divisão, Eduardo Pazuello.
Foto: Alan Santos/PR
(Brasília - DF, 16/01/2020) Palavras do General de Divisão, Eduardo Pazuello. Foto: Alan Santos/PR (Foto: Alan Santos/PR)
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247 - Secretários estaduais de Saúde acusam o Ministério da Saúde de enviar dados errados ao Supremo Tribunal Federal em ofício no qual afirma que sete estados não têm seringas e agulhas para a campanha de vacinação contra o coronavírus e pedem imediata retificação das informações confusas enviadas pela pela pasta.

A pasta da Saúde informou à Suprema Corte que Acre, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco e Santa Catarina não têm estoque suficiente dos insumos, informação que não procede, informou reportagem do jornal Folha de S.Paulo. 

A afirmação foi feita em ofício enviado ao STF para cumprir decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que havia determinado que o Ministério da Saúde detalhasse os quantitativos de seringas e agulhas nos estados.

No caso da Bahia, por exemplo, a secretaria de Saúde afirma que não tem apenas 232 mil seringas como consta no ofício do Ministério da Saúde, mas 10,2 milhões. Além disso, afirma ter adquirido mais 19,8 milhões de seringas e agulhas, com a entrega de 4 milhões nos próximos 15 dias, 4 milhões em fevereiro e o restante nos meses de abril, maio e junho.

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