Estrelas da política não conseguem se reeleger e ficam sem mandato

Ainda que o recado do eleitor brasileiro, com sua votação em uma candidatura fascista, tenha assustado a parcela democrática da população, outros recados foram dados; nomes tradicionais da política foram expurgados de seus cargos: Eunício Oliveira (MDB-CE) perdeu a vaga no senado; Edson Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) estão fora, pelo Maranhão. Romero Jucá (MDB) e Beto Richa (PSDB) também foram eliminados

Estrelas da política não conseguem se reeleger e ficam sem mandato
Estrelas da política não conseguem se reeleger e ficam sem mandato (Foto: Jonas Pereira/Agência Senado)
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247 - Ainda que o recado do eleitor brasileiro, com sua votação em uma candidatura fascista, tenha assustado a parcela democrática da população, outros recados foram dados. Nomes tradicionais da política foram expurgados de seus cargos: Eunício Oliveira (MDB-CE) perdeu a vaga no senado. Edson Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) estão fora, pelo Maranhão. Romero Jucá (MDB) e Beto Richa (PSDB) também foram eliminados. 

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo explica que "Romero Jucá (MDB) foi degolado por menos de 500 votos. Jucá está no terceiro mandato e foi líder do governo de três presidentes e ministro do petista Lula e do emedebista Michel Temer. Neste domingo (7), teve 17,34% dos votos, contra 17,43% do eleito Mecias de Jesus (PRB). O segundo nome do estado é Chico Rodrigues (DEM)".

E acrescenta: "no Paraná, duas grandes forças da política local ficaram de fora do Senado: os ex-governadores Beto Richa (PSDB) e Roberto Requião (MDB)".

A matéria ainda precisa: "no Maranhão, outros dois fortes nomes locais foram derrotados: Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) —o Zequinha, herdeiro do ex-presidente José Sarney (MDB) e ex-ministro de Michel Temer (MDB). Os eleitos foram Weverton (PDT) e Eliziane Gama (PPS). Lobão é ex-governador, ex-ministro e atual senador. Ele foi considerado suspeito, num desdobramento da Lava Jato, de ter recebido propinas de cerca de R$ 5 milhões. Segundo a Odebrecht, o parlamentar também teria recebido o montante para interferir junto ao governo federal para anulação da concessão da obra referente à Usina Hidrelétrica de Jirau".

 

 

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