Eugênio Aragão: sob gestão de Janot, MPF deu tranquilidade a Moro para violar a lei

"Revelações da FSP hj mostram + 1 vez a degradação moral no MPF na gestão Janot. Seu apoio foi fundamental p/abafar as consequências q haveriam de advir da publicação criminosa dos diálogos interceptados entre Dilma e Lula e deram tranquilidade a Moro p/ continuar violando a lei", afirmou o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão

Brasília - O novo ministro da Justiça, Eugênio Aragão, durante cerimônia de posse (José Cruz/Agência Brasil)
Brasília - O novo ministro da Justiça, Eugênio Aragão, durante cerimônia de posse (José Cruz/Agência Brasil) (Foto: José Cruz - ABR)

247 - O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão afirmou que as "revelações da FSP hj mostram + 1 vez a degradação moral no MPF na gestão Janot". 

"Seu apoio foi fundamental p/abafar as consequências q haveriam de advir da publicação criminosa dos diálogos interceptados entre Dilma e Lula e deram tranquilidade a Moro p/ continuar violando a lei", escreveu o jurista no Twitter.

Novas revelações do site Intercept Brasil, desta vez em parceira com o jornal Folha de S.Paulo, apontaram que Moro, na condição de juiz da Operação Lava Jato, fez articulações com o procurador Deltan Dallagnol para se proteger de possível atritos com o ministro do SUpremo Tribunal Federal Teori Zavascki (atualmente falecido).

Moro e os membros do MPF-PR estavam preocupados com a divulgação de papéis encontrados pela Polícia Federal na casa de um executivo da Odebrecht  que expunha indevidamente dezenas de políticos que tinham direito a foro especial -- e que só podiam ser investigados com autorização da corte.

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