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Ex-deputados indicam Cardozo como testemunha na Lava Jato

Dentre as testemunhas arroladas por Luiz Argôlo (SD-BA) também está o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SD-SP); já no rol de André Vargas (ex-PT, sem partido) também consta Nedson Micheleti, ex-prefeito de Londrina, no Paraná, cidade em que afirma ter conhecido o doleiro Alberto Youssef entre os anos de 2001 e 2008; em janeiro, juiz Sergio Moro fez um alerta sobre a possibilidade do uso do processo penal para “constranger” agentes públicos

Dentre as testemunhas arroladas por Luiz Argôlo (SD-BA) também está o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SD-SP); já no rol de André Vargas (ex-PT, sem partido) também consta Nedson Micheleti, ex-prefeito de Londrina, no Paraná, cidade em que afirma ter conhecido o doleiro Alberto Youssef entre os anos de 2001 e 2008; em janeiro, juiz Sergio Moro fez um alerta sobre a possibilidade do uso do processo penal para “constranger” agentes públicos (Foto: Roberta Namour)

247 – Os ex-deputados federais André Vargas (ex-PT, sem partido) e Luiz Argôlo (SD-BA) indicaram como testemunha de defesa o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo na operação Lava Jato.

Dentre as testemunhas arroladas por Argôlo também está o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SD-SP). Já no rol de Vargas também consta Nedson Micheleti, ex-prefeito de Londrina, no Paraná, cidade em que afirma ter conhecido o doleiro Alberto Youssef entre os anos de 2001 e 2008.

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos na primeira instância da operação, vai analisar os pedidos antes de marcar as audiências.
Em janeiro, quando o presidente da UTC, Ricardo Pessoa, havia arrolado o ministro da Defesa, Jaques Wagner (PT), desistindo em seguida, Moro fez um alerta sobre a possibilidade do uso do processo penal para “constranger” agentes públicos.

“Deve-se ademais prevenir a eventual utilização do processo judicial como forma de gerar constrangimento desnecessário a agentes públicos, o que é sempre uma possibilidade, especialmente em casos rumorosos”, argumentou o magistrado.