Facção planejava eleger prefeitos e vereadores na disputa de 2016

A facção criminosa Família do Norte (FDN),apontada como responsável pelo massacre no presídio de Manaus, planejava eleger prefeitos e vereadores nas eleições de 2016, de acordo com denúncias do Ministério Público Federal (MPF) feitas a partir de investigações da Polícia Federal; segundo uma das denúncias contra 94 pessoas supostamente ligadas à FDN, feitas no início de 2016, esses chefes “chegam inclusive a discutir como infiltrar seus integrantes na política, cogitando a eleição de vereadores e prefeitos”; não há informações sobre se os planos foram concretizados ou não

A facção criminosa Família do Norte (FDN),apontada como responsável pelo massacre no presídio de Manaus, planejava eleger prefeitos e vereadores nas eleições de 2016, de acordo com denúncias do Ministério Público Federal (MPF) feitas a partir de investigações da Polícia Federal; segundo uma das denúncias contra 94 pessoas supostamente ligadas à FDN, feitas no início de 2016, esses chefes “chegam inclusive a discutir como infiltrar seus integrantes na política, cogitando a eleição de vereadores e prefeitos”; não há informações sobre se os planos foram concretizados ou não
A facção criminosa Família do Norte (FDN),apontada como responsável pelo massacre no presídio de Manaus, planejava eleger prefeitos e vereadores nas eleições de 2016, de acordo com denúncias do Ministério Público Federal (MPF) feitas a partir de investigações da Polícia Federal; segundo uma das denúncias contra 94 pessoas supostamente ligadas à FDN, feitas no início de 2016, esses chefes “chegam inclusive a discutir como infiltrar seus integrantes na política, cogitando a eleição de vereadores e prefeitos”; não há informações sobre se os planos foram concretizados ou não (Foto: Giuliana Miranda)

247 - A facção criminosa Família do Norte (FDN),apontada como responsável pelo massacre no presídio de Manaus, planejava eleger prefeitos e vereadores nas eleições de 2016, de acordo com denúncias do Ministério Público Federal (MPF) feitas a partir de investigações da Polícia Federal. Não há informações sobre se os planos foram concretizados ou não. Segundo uma das denúncias contra 94 pessoas supostamente ligadas à FDN, feitas no início de 2016, esses chefes “chegam inclusive a discutir como infiltrar seus integrantes na política, cogitando a eleição de vereadores e prefeitos para o próximo pleito de 2016”.

As informações são de O Globo.

"Numa das conversas interceptadas, José Roberto, apontado como chefe da facção, diz que pretende “eleger deputados cooptados pela FDN”, segundo a acusação.

Segundo o MPF, a facção tinha “estreitas conexões” com as Farc, de quem comprou pistolas, fuzis AK-47 e submetralhadoras israelenses UZI. A denúncia diz ainda que um integrante da FDN negociou com Nelson Flores Collantes, narcotraficante ligado às Farc, conhecido como Acuario."

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