Fake news com manipulação de inteligência artificial são novo desafio para o TSE

Jornalista Bruno Sartori, com simulação da voz da ex-presidente Dilma, mostra como o bolsonarismo poderá trabalhar criminosamente nas eleições de 2022

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(Foto: ABr | Tanaonte/123RF)
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247 - O jornalista Bruno Sartori denunciou pelo Instagram na noite de quinta-feira (13) um novo formato de fake news que poderá ser usado na campanha eleitoral.

Com uma simulação da voz da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Sartori mostra como é possível elevar a outro patamar a produção de conteúdos falsos.

Neste formato, o conteúdo é muito mais complexo e requintado do que os que costumam circular nos territórios da internet. Criada a partir de inteligência artificial, a voz de Dilma é imitada por um computador, que lê a música "Beijinho No Ombro", da funkeira Valesca Popozuda, como se fosse a ex-presidente.

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O método é chamado de deep fake, e pode, além da voz, simular o rosto da vítima, tornando o conteúdo ainda mais real.

"Essa voz não é de uma imitadora de Dilma. Ela foi criada 100% com inteligência artificial. É só um computador lendo um texto. Em algum porão escuro, podem estar agora produzindo conteúdo falso para usar durante as eleições. A vacina contra a desinformação é a educação!", escreveu Sartori.

As deep fakes impõem um novo desafio ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que terá de estar atento a esta nova possibilidade de ataque que poderá ser utilizada durante a campanha presidencial de 2022.

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Entenda mais sobre as manipulações neste vídeo do Buzzfeed:

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