Fascista, Bolsonaro ameaça ‘fuzilar’ petistas

Em campanha na capital Rio Branco (AC), o candidato da extrema-direita, Jair Bolsonaro, usa um objeto no palco e simula uma metralhadora para, segundo ele, "fuzilar a petralhada aqui do Acre"; sem qualquer pudor, o deputado também manda "essa turma" para a Venezuela, onde vai comer apenas "capim", já que "nem mortadela" tem; se o fascismo chegar ao poder no Brasil, um dos principais responsáveis será o ministro Luis Roberto Barroso, que fez o que a Globo mandou e afrontou o Comitê de Direitos Humanos da ONU, ao propor a cassação dos direitos políticos de Lula, que vem sendo mantido como preso político para não vencer as eleições

Fascista, Bolsonaro ameaça ‘fuzilar’ petistas
Fascista, Bolsonaro ameaça ‘fuzilar’ petistas

247 - O candidato da extrema-direita à presidência, Jair Bolsonaro (PSL), deu mais uma demonstração de ódio neste sábado 1º, durante campanha na capital do Acre, Rio Branco, onde simulou "fuzilar" a "petralhada" do Estado.

Para isso, Bolsonaro usa um objeto no palco para fingir de metralhadora. Sem qualquer pudor, o deputado diz ainda que vai mandar "essa turma" para a Venezuela, "já que eles gostam tanto", onde vai comer apenas "capim", pois lá "nem mortadela" tem.

No final da semana, um simpatizante de Bolsonaro, armado, ameaçou uma colaboradora da campanha de Guilherme Boulos (PSOL) em um comitê na capital paulista. A campanha repudiou o ato de "grave agressão", que "expressa o clima de intolerância política estimulado pelo próprio Jair Bolsonaro, incentivando o uso de armas e a violência".

Em seu discurso no Acre, Bolsonaro disse ainda que, se eleito, a família será respeitada. "A família vai ser respeitada. Aqui tem macho e fêmea e não vamos admitir que nossas crianças continuem sendo pervertidas em programas de governo. Respeito a opção de qualquer um, vai ser feliz, mas não vamos brincar com nossas crianças".

Se o fascismo chegar ao poder no Brasil, um dos principais responsáveis será o ministro Luis Roberto Barroso, que fez o que a Globo mandou, na sessão de sexta-feira no TSE, quando votou contra a candidatura do ex-presidente Lula à presidência, ignorando determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU.

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