FHC sobre intervenção no Rio: governo Temer está ‘encurralado’

Com o PSDB apoiando um governo rejeitado por mais de 90%, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que tenta emplacar um nome para se candidatar ao Palácio do Planalto, afirmou que o governo Michel Temer decretou a intervenção na segurança pública do Rio porque está "encurralado"; "Acho que o governo fez porque está encurralado. Tem que fazer alguma coisa, e governos que não são fortes apelam para o militar", disse o tucano em evento do Estadão  

Com o PSDB apoiando um governo rejeitado por mais de 90%, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que tenta emplacar um nome para se candidatar ao Palácio do Planalto, afirmou que o governo Michel Temer decretou a intervenção na segurança pública do Rio porque está "encurralado"; "Acho que o governo fez porque está encurralado. Tem que fazer alguma coisa, e governos que não são fortes apelam para o militar", disse o tucano em evento do Estadão
 
Com o PSDB apoiando um governo rejeitado por mais de 90%, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que tenta emplacar um nome para se candidatar ao Palácio do Planalto, afirmou que o governo Michel Temer decretou a intervenção na segurança pública do Rio porque está "encurralado"; "Acho que o governo fez porque está encurralado. Tem que fazer alguma coisa, e governos que não são fortes apelam para o militar", disse o tucano em evento do Estadão   (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - Com o PSDB apoiando um governo rejeitado por mais de 90%, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que tenta emplacar um nome para se candidatar ao Palácio do Planalto, afirmou que o governo Michel Temer decretou a intervenção na segurança pública do Rio porque está "encurralado". 

"Não sei quais foram os motivos que levaram [à intervenção] a não ser mesmo a segurança. Tem outros? Pode tirar proveito? É legítimo tirar proveito. Acho que o governo fez porque está encurralado. Tem que fazer alguma coisa, e governos que não são fortes apelam para o militar", disse o tucano em evento do Estadão.

O ex-presidente não quis comentar sobre o que faria no caso do Rio se estivesse no Planalto.

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