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Filha de Cunha pede a Moro devolução de passaportes

Danielle Dytz da Cunha, filha do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediu ao juiz federal Sérgio Moro a devolução de seus passaportes italiano e brasileiro que haviam sido entregues espontaneamente no ano passado, durante as investigações sobre a existência de contas secretas no exterior ligadas ao ex-parlamentar. Danielle era dependente de um cartão de crédito vinculado a uma conta da jornalista Cláudia Cruz, mulher de Cunha e que foi absolvida por Moro; ela destacou que não foi denunciada e precisa reaver os documentos para realizar uma viagem internacional com objetivos profissionais

Danielle Dytz da Cunha, filha do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediu ao juiz federal Sérgio Moro a devolução de seus passaportes italiano e brasileiro que haviam sido entregues espontaneamente no ano passado, durante as investigações sobre a existência de contas secretas no exterior ligadas ao ex-parlamentar. Danielle era dependente de um cartão de crédito vinculado a uma conta da jornalista Cláudia Cruz, mulher de Cunha e que foi absolvida por Moro; ela destacou que não foi denunciada e precisa reaver os documentos para realizar uma viagem internacional com objetivos profissionais (Foto: Paulo Emílio)

247 - Danielle Dytz da Cunha, filha do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediu ao juiz federal Sérgio Moro a devolução de seus passaportes italiano e brasileiro que haviam sido entregues espontaneamente no ano passado, durante as investigações sobre a existência de contas secretas no exterior ligadas ao ex-parlamentar. Danielle era dependente de um cartão de crédito vinculado a uma conta da jornalista Cláudia Cruz, mulher de Cunha e que foi absolvida por Moro.

Danielle, que prestou depoimento aos procuradores da força-tarefa da Lava Jato, destacou que não foi denunciada e precisa reaver os documentos para realizar uma viagem internacional com objetivos profissionais.

Eduardo Cunha foi condenado por Moro a uma pena de 15,4 anos de prisão pelos crimes de corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Ele foi denunciado como sendo beneficiário de propina no valor de US$ 1,5 milhão em decorrência de um campo de petróleo na África pela Petrobras.