Foco histórico de corrupção, CBF quer se aproximar de governo Bolsonaro

Com histórico de corrupção e poucos representantes no Congresso, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) faz lobby para se aproximar do presidente eleito Jair Bolsonaro. O primeiro assédio público foi visto no Allianz Parque, quando a festa de campeão do Palmeiras se tornou um espetáculo grotesco de promiscuidade política. Pivô de uma série de escândalos de corrupção nos últimos anos, a CBF ainda não havia conseguido estreitar laços com o novo governo

Foco histórico de corrupção, CBF quer se aproximar de governo Bolsonaro
Foco histórico de corrupção, CBF quer se aproximar de governo Bolsonaro (Foto: EFE / Sebastião Moreira)

247 - Com histórico de corrupção e poucos representantes no Congresso, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) faz lobby para se aproximar do presidente eleito Jair Bolsonaro. O primeiro assédio público foi visto no Allianz Parque, quando a festa de campeão do Palmeiras se tornou um espetáculo grotesco de promiscuidade política. Pivô de uma série de escândalos de corrupção nos últimos anos, a CBF ainda não havia conseguido estreitar laços com o novo governo.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo informa que "a confederação perdeu aliados importantes em Brasília na última eleição. Parlamentares próximos à CBF, da chamada bancada da bola, não conseguiram se reeleger. Casos do senador Romero Jucá (PMDB-RR) e dos deputados Marcus Vicente (PP-ES) e Sarney Filho (PV-MA), irmão de Fernando Sarney, vices da entidade."

E destaca: "Zezé Perrela (PTB-MG) e Vicente Cândido (PT-SP) não se candidataram."

Segundo a matéria, "no domingo (2), os cartolas da CBF chegaram cedo ao estádio do Palmeiras e aguardaram no camarote do clube o encontro com o presidente eleito. Bolsonaro foi cordial com o coronel Antônio Carlos Nunes, atual presidente da CBF, e Rogério Caboclo, que assumirá o cargo em abril."

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