Folha admite: Temer acabou

O jornal Folha de São Paulo, que apoiou o golpe parlamentar de 2016, traz uma matéria na edição deste domingo (17), onde afirma que o tempo Michel Temer à frente da Presidência da República "apresenta os primeiros sinais de um desfecho prematuro" ; além do esvaziamento político, funcionários que ocupam cargos comissionados já estão à procura de emprego

Presidente Michel Temer 05/06/2018 REUTERS/Adriano Machado
Presidente Michel Temer 05/06/2018 REUTERS/Adriano Machado (Foto: Paulo Emílio)

247 - O jornal Folha de São Paulo, que apoiou o golpe parlamentar de 2016, traz uma matéria na edição deste domingo (17), onde afirma que o tempo Michel Temer à frente da Presidência da República "apresenta os primeiros sinais de um desfecho prematuro". Rejeitado por 82% da população e com uma base esvaziada, o governo desistiu de apresentar propostas consideradas prioritárias, tem deixado Medidas Provisórias caducarem, e muitos funcionários que ocupam cargos comissionados já estão à procura de emprego.

Um dos sinais mais evidentes do final melancólico que se avizinha está na queda da. "romaria de deputados governistas ao gabinete presidencial, rotineira durante os dois primeiros anos de mandato". "Em junho, o máximo que o presidente recebeu, durante um mesmo dia em audiências privadas, foi oito integrantes da base aliada. No final do ano passado, ele chegava a receber até 15 governistas em um mesmo dia", diz a matéria assinada pelo jornalista Gustavo Uribe.

Além disso, membros do staff palaciano, além de detentores de cargos comissionados, estão buscando emprego junto à iniciativa privada. Na debandada geral, até "jornalistas e emprego publicitários que trabalham em pastas ministeriais têm entrado em contato com assessorias de imprensa atrás de vaga de trabalho ".

Leia a íntegra da matéria.

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