Freixo tem segurança reforçada após morte de Marielle

Abatido, com os olhos marejados e a segurança reforçada, Marcelo Freixo descarta ser candidato a governador não só por causa da cláusula de barreira, se ficar sem mandato em período de campanha perde a proteção do estado; "Com a quantidade de ameaças que recebo, teria que deixar o país", afirmou; Leia a íntegra

Abatido, com os olhos marejados e a segurança reforçada, Marcelo Freixo descarta ser candidato a governador não só por causa da cláusula de barreira, se ficar sem mandato em período de campanha perde a proteção do estado; "Com a quantidade de ameaças que recebo, teria que deixar o país", afirmou; Leia a íntegra
Abatido, com os olhos marejados e a segurança reforçada, Marcelo Freixo descarta ser candidato a governador não só por causa da cláusula de barreira, se ficar sem mandato em período de campanha perde a proteção do estado; "Com a quantidade de ameaças que recebo, teria que deixar o país", afirmou; Leia a íntegra (Foto: Lais Gouveia)

247 - Marcelo Freixo não dorme bem há 20 dias. O deputado estadual de 50 anos, diz que, desde o assassinato da amiga, a vereadora Marielle Franco, "a cabeça não para de rodar". Abatido, com os olhos marejados e a segurança reforçada, ele descarta ser candidato a governador não só por causa da cláusula de barreira. Se ficar sem mandato em período de campanha perde a proteção do estado. "Com a quantidade de ameaças que recebo, teria que deixar o país", afirmou em entrevista ao jornal "O Globo". 

Ele considera que a morte da Marielle traz o debate de direitos humanos para um front que divide a sociedade entre democracia e barbárie. "Não foi movida por ideologia, isso não é direita e esquerda. O que fizeram com ela depois da morte, dizendo que era isso e aquilo, a desembargadora, o xingamento ao padre... Isso é barbárie. O fascismo não é no campo da democracia, é a negação dela", declarou.

Freixo condenou a postura dos tucanos em relação ao ex-presidente Lula. "É barbárie! Sobre a caravana, é ruim a fala do Alckmin ("PT colhe o que planta") e do Doria ("o PT sempre utilizou da violência, agora sofreu da própria violência"). A social democracia não pode flertar com o fascismo. Tem que haver condenação, exigência de investigação. A morte da Marielle não é um problema do PSOL. O prefeito de Nova York me ligou para saber o que pode fazer (Freixo vai sugerir a criação de um mural de arte urbana dedicado à vereadora)", avaliou. 

Leia a íntegra da entrevista

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