Funaro troca de advogado e se prepara para delação

Preso na operação da Lava Jato nesta sexta-feira, o empresário Lúcio Bolonha Funaro comunicou nesta semana ao seu advogado, Antônio Cláudio Mariz (à esquerda), que iria procurar o criminalista Antonio Figueiredo Basto (direita), especialista em acordos de colaboração; ele é braço direito do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); Funaro foi alvo de ação da PF com base nas delações do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto e a do ex-diretor de Relações Institucionais do Grupo Hypermarcas Nelson Mello

Preso na operação da Lava Jato nesta sexta-feira, o empresário Lúcio Bolonha Funaro comunicou nesta semana ao seu advogado, Antônio Cláudio Mariz (à esquerda), que iria procurar o criminalista Antonio Figueiredo Basto (direita), especialista em acordos de colaboração; ele é braço direito do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); Funaro foi alvo de ação da PF com base nas delações do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto e a do ex-diretor de Relações Institucionais do Grupo Hypermarcas Nelson Mello
Preso na operação da Lava Jato nesta sexta-feira, o empresário Lúcio Bolonha Funaro comunicou nesta semana ao seu advogado, Antônio Cláudio Mariz (à esquerda), que iria procurar o criminalista Antonio Figueiredo Basto (direita), especialista em acordos de colaboração; ele é braço direito do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); Funaro foi alvo de ação da PF com base nas delações do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto e a do ex-diretor de Relações Institucionais do Grupo Hypermarcas Nelson Mello (Foto: Roberta Namour)
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247 – Preso na operação da Lava Jato nesta sexta-feira, o empresário Lúcio Bolonha Funaro já sinaliza intenção de fazer uma delação premiada. Ele é braço direito do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

No início da semana, Funaro comunicou ao seu advogado, Antônio Cláudio Mariz, que iria procurar o criminalista Antonio Figueiredo Basto, especialista em acordos de colaboração, segundo reportagem de Fausto Macedo.

A nova etapa da Lava Jato tem como base as delações do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto e a do ex-diretor de Relações Institucionais do Grupo Hypermarcas Nelson Mello.

Eles citaram pagamento de propina para Cunha na liberação de fundos do FGTS, por intermédio de Funaro.

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