Fundo escandinavo exclui Cargill, Bunge e ADM por desmatamento no Brasil

Exclusão foi determinada após temporada de queimadas; empresas citam políticas de monitoramento da cadeia e compromissos públicos

Garimpo ilegal na Terra Indígena Munduruku, município de Jacareacanga.
Garimpo ilegal na Terra Indígena Munduruku, município de Jacareacanga. (Foto: Marizilda Cruppe/Amazônia Real)
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247 - O desmatamento no Brasil levou o escandinavo Danske Bank, que administra cerca de €237 bilhões (R$1,53 trilhão), a excluir de dois dos seus fundos as empresas Cargill, Bunge e ADM, três gigantes globais que operam o comércio internacional de produtos agrícolas, com destaque para a soja. A reportagem é do jornal Folha de S.Paulo.

“O Danske Invest & Danica mantém restrições de investimento para Cargill, ADM e Bunge relacionadas ao desmatamento no Brasil”, afirmou o diretor de investimento sustentável do Danske Bank, Erik Eliasson. Questionado, o banco confirmou que a restrição implica na exclusão das empresas dos investimentos dos dois fundos.

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