Gaspari: 7 meses depois, excesso de insinuações e escassez de provas sobre Cancellier

Em artigo na Folha, “no dia em que completam-se sete meses da manhã em que Luiz Carlos Cancellier, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina matou-se”, Elio Gaspari escreve que depois de lerem as 800 páginas do relatório da PF acerca da morte os repórteres Mônica Weinberg, Luisa Bustamente e Fernando Molica concluiram: “É uma leitura perturbadora, pelo excesso de insinuações e escassez de provas”; segundo Gaspari, “Cancellier foi algemado pelas mãos e pelos pés e vestiram-no com uniforme de presidiário. Dias depois ele foi libertado, proibido de pôr os pés na universidade e só voltou a ela morto, no velório”

Em artigo na Folha, “no dia em que completam-se sete meses da manhã em que Luiz Carlos Cancellier, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina matou-se”, Elio Gaspari escreve que depois de lerem as 800 páginas do relatório da PF acerca da morte os repórteres Mônica Weinberg, Luisa Bustamente e Fernando Molica concluiram: “É uma leitura perturbadora, pelo excesso de insinuações e escassez de provas”; segundo Gaspari, “Cancellier foi algemado pelas mãos e pelos pés e vestiram-no com uniforme de presidiário. Dias depois ele foi libertado, proibido de pôr os pés na universidade e só voltou a ela morto, no velório”
Em artigo na Folha, “no dia em que completam-se sete meses da manhã em que Luiz Carlos Cancellier, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina matou-se”, Elio Gaspari escreve que depois de lerem as 800 páginas do relatório da PF acerca da morte os repórteres Mônica Weinberg, Luisa Bustamente e Fernando Molica concluiram: “É uma leitura perturbadora, pelo excesso de insinuações e escassez de provas”; segundo Gaspari, “Cancellier foi algemado pelas mãos e pelos pés e vestiram-no com uniforme de presidiário. Dias depois ele foi libertado, proibido de pôr os pés na universidade e só voltou a ela morto, no velório” (Foto: Aquiles Lins)

247 - Em artigo na Folha, “no dia em que completam-se sete meses da manhã em que Luiz Carlos Cancellier, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina matou-se”, Elio Gaspari escreve que depois de lerem as 800 páginas do relatório da PF acerca da morte os repórteres Mônica Weinberg, Luisa Bustamente e Fernando Molica concluiram: “É uma leitura perturbadora, pelo excesso de insinuações e escassez de provas”; segundo Gaspari, “Cancellier foi algemado pelas mãos e pelos pés e vestiram-no com uniforme de presidiário. Dias depois ele foi libertado, proibido de pôr os pés na universidade e só voltou a ela morto, no velório”.

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