Gaspari cobra investigação sobre suicídio de reitor

A uma semana de se completar dois meses do suicídio do reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier, "não se conhecem os resultados das investigações que permitiriam 'maior aprofundamento na análise' das denúncias que levaram a Polícia Federal a pedir e a conseguir que a Justiça mandasse prendê-lo", afirma o jornalista Elio Gaspari; "Não se trata apenas de saber o que o reitor fez de errado. Trata-se de saber em que resultou a investigação da 'Ouvidos Moucos'. Até agora, nada", diz ele

A uma semana de se completar dois meses do suicídio do reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier, "não se conhecem os resultados das investigações que permitiriam 'maior aprofundamento na análise' das denúncias que levaram a Polícia Federal a pedir e a conseguir que a Justiça mandasse prendê-lo", afirma o jornalista Elio Gaspari; "Não se trata apenas de saber o que o reitor fez de errado. Trata-se de saber em que resultou a investigação da 'Ouvidos Moucos'. Até agora, nada", diz ele
A uma semana de se completar dois meses do suicídio do reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier, "não se conhecem os resultados das investigações que permitiriam 'maior aprofundamento na análise' das denúncias que levaram a Polícia Federal a pedir e a conseguir que a Justiça mandasse prendê-lo", afirma o jornalista Elio Gaspari; "Não se trata apenas de saber o que o reitor fez de errado. Trata-se de saber em que resultou a investigação da 'Ouvidos Moucos'. Até agora, nada", diz ele (Foto: Gisele Federicce)
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247 - A uma semana de se completar dois meses do suicídio do reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier, "não se conhecem os resultados das investigações que permitiriam 'maior aprofundamento na análise' das denúncias que levaram a Polícia Federal a pedir e a conseguir que a Justiça mandasse prendê-lo", cobra Elio Gaspari.

Cancellier ficou um dia preso em Santa Catarina, acusado de obstruir investigação que apurava desvios de recursos na Universidade, e depois foi solto, mas proibido de reassumir o cargo e até mesmo pisar na instituição.

"Sabe-se que Cancellier não era acusado de ter desviado um só tostão. O corregedor Rodolfo Hickel do Prado denunciava-o por tentar obstruir investigações. Ele pediu licença médica e daqui a pouco voltará ao serviço", lembra Gaspari, em coluna neste domingo.

"Não se trata apenas de saber o que o reitor fez de errado. Trata-se de saber em que resultou a investigação da 'Ouvidos Moucos'. Até agora, nada", diz ele.

"Sabe-se, contudo, que o matemático Acioli Antônio de Olivo pediu, em nome da família, que o Ministério da Justiça abra um "procedimento de responsabilidade administrativa, civil e penal" para apurar a conduta da delegada Érika Mialik Marena, que solicitou as prisões. (Criadora da expressão Lava Jato, ela é interpretada pela atriz Flavia Alessandra no filme "A Lei é Para Todos".) O pedido começou a tramitar", completa.

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