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Geddel era menino de recados de Joesley no governo Temer

Doleiro Lucio Funaro, apontado como operador de propinas do PMDB, disse em sua delação premiada ao Ministério Público Federal (MPF) que o ex-ministro Geddel Vieira Lima encontrava-se com frequência com o empresário e também delator Joesley Batista, um dos donos do grupo empresarial J&F; segundo Funaro, nestas ocasiões Joesley colocava à mesa as suas reivindicações junto ao governo, que eram encaminhadas por Geddel, então ministro da Secretaria de Governo da gestão de Michel Temer

Doleiro Lucio Funaro, apontado como operador de propinas do PMDB, disse em sua delação premiada ao Ministério Público Federal (MPF) que o ex-ministro Geddel Vieira Lima encontrava-se com frequência com o empresário e também delator Joesley Batista, um dos donos do grupo empresarial J&F; segundo Funaro, nestas ocasiões Joesley colocava à mesa as suas reivindicações junto ao governo, que eram encaminhadas por Geddel, então ministro da Secretaria de Governo da gestão de Michel Temer (Foto: Paulo Emílio)

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247 - O doleiro Lucio Funaro, apontado como operador de propinas do PMDB, disse em sua delação premiada ao Ministério Público Federal (MPF) que o ex-ministro Geddel Vieira Lima encontrava-se com frequência com o empresário e também delator Joesley Batista, um dos donos do grupo empresarial J&F. Segundo Funaro, nestas ocasiões Joesley colocava à mesa as suas reivindicações junto ao governo, que eram encaminhadas por Geddel, então ministro da Secretaria de Governo da gestão de Michel Temer.

Geddel e Joesley foram presos pela Polícia Federal. O ex-ministro foi preso preventivamente na última sexta-feira (8), após agentes federais encontrarem R$ 51 milhões acondicionado em malas e caixas guardadas em um apartamento de Salvador ligado a ele.
Joesley foi preso temporariamente no último domingo (10), após se apresentar à PF e São Paulo. Prisão do empresário aconteceu poucos dias dias depois da Procuradoria-Geral da República identificar omissões no seu acordo de delação premiada.

As declarações e provas obtidas a partir da delação de Funaro resultaram no relatório final da PF sobre o chamado "quadrilhão do PMDB", uma organização criminosa formada por membros do PMDB da Câmara. Segundo o relatório, Michel Temer teria recebido R$ 31,5 milhões do esquema.

 

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