General Girão Monteiro defende uso da “espada” para recolocar “o Brasil no rumo certo, à direita”

O general da reserva, Girão Monteiro, defendeu o uso da espada para recolocar "o Brasil no rumo certo, à direita"; "A espada do Oficial deve ser usada em defesa da Pátria e da honra. Assim o fizemos no passado, fazemos no presente e o faremos no futuro. Nesse momento difícil de nossa história esse uso volta a ser necessário para recolocarmos o Brasil no Rumo certo, à direita. BRASIL!!!", escreveu ele

O general da reserva, Girão Monteiro, defendeu o uso da espada para recolocar "o Brasil no rumo certo, à direita"; "A espada do Oficial deve ser usada em defesa da Pátria e da honra. Assim o fizemos no passado, fazemos no presente e o faremos no futuro. Nesse momento difícil de nossa história esse uso volta a ser necessário para recolocarmos o Brasil no Rumo certo, à direita. BRASIL!!!", escreveu ele
O general da reserva, Girão Monteiro, defendeu o uso da espada para recolocar "o Brasil no rumo certo, à direita"; "A espada do Oficial deve ser usada em defesa da Pátria e da honra. Assim o fizemos no passado, fazemos no presente e o faremos no futuro. Nesse momento difícil de nossa história esse uso volta a ser necessário para recolocarmos o Brasil no Rumo certo, à direita. BRASIL!!!", escreveu ele (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O general da reserva, Girão Monteiro, defendeu, nesta sexta-feira (11), o uso da espada para recolocar "o Brasil no rumo certo, à direita".

"A espada do Oficial deve ser usada em defesa da Pátria e da honra. Assim o fizemos no passado, fazemos no presente e o faremos no futuro. Nesse momento difícil de nossa história esse uso volta a ser necessário para recolocarmos o Brasil no Rumo certo, à direita. BRASIL!!!", escreveu ele.

Curiosamente, o general da reserva Elieser Girão Monteiro é do mesmo partido do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e é cogitado para disputar o governo do Rio Grande do Norte.

O post também veio um dia após documentos do Departamento de Relações Exteriores dos Estados Unidos apontarem a autorização do governo do general Emílio Médici (1969-1974) para militares do Centro de Informações do Exército (CIE) assassinarem pelo menos 104 brasileiros. O seu sucessor Ernesto Geisel também autorizou a continuação dos homicídios de cidadão considerados 'subversivos perigosos'. A cada novo crime seria analisado e autorizado pelo general João Figueiredo, indicado de Geisel para o Serviço Nacional de Informações (SNI).

A revelação foi feita pelo escritor, doutor em Relações Internacionais e professor da FGV, Matias Spektor (leia mais aqui).

Não é a primeira vez que militares defendem intervenção. Em abril, o general da reserva Luiz Augusto Schroeder Lessa afirmou que, se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venha a disputar a eleição presidencial, o País deveria passar novamente por uma intervenção militar.

No ano passado, o general Antonio Hamilton Mourão, que admitiu a possibilidade de uma intervenção militar no país em função da crise institucional e política.

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