Gilmar autoriza PGR a seguir com investigações sobre Aécio

Autorização do STF permite analisar a vídeos referentes à retirada de documentos da CPI dos Correios que foram transportados para o arquivo do Senado em maio; o objetivo é dar continuidade às investigações sobre o envolvimento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) sobre suspeitas de maquiagem de dados do Banco Rural para esconder a existência de um "mensalão tucano" investigado pela CPI dos Correios em 2015

Autorização do STF permite analisar a vídeos referentes à retirada de documentos da CPI dos Correios que foram transportados para o arquivo do Senado em maio; o objetivo é dar continuidade às investigações sobre o envolvimento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) sobre suspeitas de maquiagem de dados do Banco Rural para esconder a existência de um "mensalão tucano" investigado pela CPI dos Correios em 2015
Autorização do STF permite analisar a vídeos referentes à retirada de documentos da CPI dos Correios que foram transportados para o arquivo do Senado em maio; o objetivo é dar continuidade às investigações sobre o envolvimento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) sobre suspeitas de maquiagem de dados do Banco Rural para esconder a existência de um "mensalão tucano" investigado pela CPI dos Correios em 2015 (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mandes, autorizou a Polícia Federal a analisar os vídeos referentes à retirada de documentos da CPI dos Correios que foram transportados para o arquivo do Senado em maio.

O objetivo é dar continuidade às investigações sobre o envolvimento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) sobre suspeitas de maquiagem de dados do Banco Rural para esconder a existência de um "mensalão tucano" investigado pela CPI dos Correios em 2015. O ministro também autorizou a quebra de sigilo do Banco Rural para aprofundar as investigações.

A investigação contra Aécio foi aberta a partir das informações fornecidas pelo ex-senador Delcídio do Amaral por meio de sua delação premiada. Segundo Delcidio, a maquiagem dos dados visava blindar o PSDB em meio as investigações do mensalão do PT.

Na época, Delcídio era o presidente da CPI. Ele disse ainda que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que era deputado federal pelo PSDB, também participou do esquema.

Segundo a decisão de Gilmar, a análise dos vídeos servirá para identificar os funcionários que teriam transportado os documentos da sala da CPI para a Coordenação de Arquivo do Senado no dia 3 de maio, mesma data em que o inquérito que apura o envolvimento de Aécio foi aberto.

Segundo nota expedida pelo Senado uma semana após o caso, o transporte dos documentos teria sido realizado após um pedido feito pelo gabinete de Aécio alegando ser necessário acesso ao material para poder preparar a defesa que seria apresentada junto ao STF.

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