Gilmar também proíbe Bretas de tomar qualquer nova decisão no processo contra advogados

Ao suspender a operação contra advogados ordenada pelo juiz Marcelo Bretas, o ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou que Bretas não realize nenhum ato de investigação sobre fatos direta ou indiretamente relacionados ao caso, sob pena de nulidade

Juiz Marcelo Bretas
Juiz Marcelo Bretas (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil | Reuters)
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247 - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu neste sábado (3) as investigações relativas à Operação E$quema S, realizada no dia 9 de setembro por determinação do juiz federal Marcelo Bretas, que apura supostos desvios no Sistema S.

Na sua decisão, o ministro Gilmar Mendes determinou que juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, não realize nenhum ato de investigação sobre fatos direta ou indiretamente relacionados ao caso, sob pena de nulidade.

Bretas havia ordenado o cumprimento de 75 mandados de busca e apreensão em endereços de empresas, escritórios e residências de advogados. Os advogados Frederick Wassef (que representou a família Bolsonaro), Ana Tereza Basílio (defesa do governador afastado do Rio Wilson Witzel) e Cristiano Zanin e Roberto Teixeira (advogados do ex-presidente Lula) foram alvos, assim como filhos de ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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