Governo Bolsonaro promove a maior troca de ministros no MEC desde a redemocratização

Com a demissão de Carlos Alberto Decotelli, o ministério caminha rumo ao quarto nome para comandar a pasta no período de um ano e meio de gestão

(Brasília - DF, 25/06/2020) Assinatura do ato de nomeação do Carlos Alberto Decotelli com Ministro da Educação.
(Brasília - DF, 25/06/2020) Assinatura do ato de nomeação do Carlos Alberto Decotelli com Ministro da Educação. (Foto: Marcos Corrêa/PR)
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247 - O governo Jair Bolsonaro (sem partido) atingiu um marco inédito de mudanças no comando do MEC (Ministério da Educação). Com a demissão de Carlos Alberto Decotelli, o ministério caminha rumo ao quarto nome para comandar a pasta no período de um ano e meio de gestão. É o maior número de trocas no cargo de ministro da Educação desde a redemocratização do país. A reportagem é do Portal UOL. 

Decotelli, que havia sido indicado para o posto na semana passada, pediu demissão do cargo ontem após uma série de revelações de que havia informações falsas em seu currículo. A cerimônia de posse do agora ex-ministro nem sequer chegou a acontecer.

A reportagem relembra que, antes dele, o MEC foi comandado por Abraham Weintraub, que assumiu o ministério em abril de 2019 e deixou a pasta em junho deste ano. Weintraub, por sua vez, saiu do governo após atritos com STF (Supremo Tribunal Federal).

Já o primeiro a ocupar o cargo de ministro da Educação no governo Bolsonaro foi Ricardo Vélez Rodríguez, que permaneceu no MEC de janeiro a abril do ano passado, somando pouco mais de três meses na cadeira. 

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