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Governo já considera que votação da PEC dos Gastos ficará para 2017

Avaliação feita por assessores do presidente Michel Temer é que o embate entre o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o Supremo Tribunal Federal agravará a crise política no país, o que deve piorar as previsões de recuperação da economia e afetar a tramitação de pautas governistas; o Palácio do Planalto acha pouco provável que Renan Calheiros consiga reverter a decisão no plenário da Suprema Corte, em julgamento aguardado para esta quarta (7), e admite que o segundo turno da votação da proposta dos teto de gastos públicos pode ficar apenas para 2017

Brazilian Finance Minister Henrique Meirelles (L) and acting President Michel Temer attend a meeting  (Foto: Valter Lima)

247 - Avaliação feita por assessores do presidente Michel Temer é que o embate entre o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o Supremo Tribunal Federal agravará a crise política no país, o que deve piorar as previsões de recuperação da economia e afetar a tramitação de pautas governistas.

O Palácio do Planalto acha pouco provável que Renan Calheiros consiga reverter a decisão no plenário da Suprema Corte, em julgamento aguardado para esta quarta-feira (7), e admite que o segundo turno da votação da proposta dos teto de gastos públicos pode ficar apenas para 2017.

Em uma última tentativa de manter a votação para a semana que vem, Temer se reuniu nesta terça-feira (6) com Renan no Palácio do Planalto e pretende se encontrar na quarta-feira com Jorge Viana. Segundo auxiliares e assessores presidenciais, ele está disposto a negociar iniciativas de interesse dos partidos de oposição caso Viana se comprometa a manter o cronograma de votação da proposta.