Governo prepara lista com respostas prévias para CPI do Genocídio e medida opõe Ramos e Onyx

Auxiliares do Planalto prepararam relatório com uma defesa prévia do governo dos principais pontos que podem ser alvo da CPI. Mas integrantes do governo afirmam que a medida dá munição aos inimigos

Luiz Eduardo Ramos
Luiz Eduardo Ramos (Foto: Anderson Riedel/PR)
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247 - A CPI do Genocídio está tirando o sono do governo Jair Bolsonaro. Auxiliares do Planalto foram orientados a fazer um relatório que defesa do governo durante a CPI com um levantamento dos principais pontos que podem ser alvo da comissão.

A ideia foi do ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, que decidiu encaminhar para 13 ministérios uma tabela com 23 acusações frequentes sobre o desempenho do governo no combate à pandemia.

De acordo com reportagem do UOL, da colunista Carla Araújo, a estratégia do general foi apontada por alguns interlocutores do presidente como uma ideia de militar que não tem visão política. "Não se dá munição aos inimigos", disse um auxiliar.

A falha de Ramos, na avaliação de fontes do governo, é que não se trata de um tema delicado como este enviando e-mail a diversos ministérios, já que a chance de vazamento aumenta. O melhor a se fazer, diz uma fonte do governo, é agir de forma organizada, porém discreta.

Entre os críticos está o ministro Onyx Lorenzoni, que teria dito que o ideal é analisar o requerimento da CPI, se ater aos pontos levantados e por mais que se tenha que estar "vacinado" contra críticas.

Onyx, que é deputado, foi escolhido por Bolsonaro como porta-voz do governo com os parlamentares.

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