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Brasil

Guimarães defende ajuste: 'Brasil no rumo certo'

O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT), rebateu nesta segunda (25) críticas da oposição ao contingenciamento orçamentário para 2015; ele argumentou que os ajustes são necessários para a retomada do crescimento econômico em bases sólidas já a partir de 2016; para Guimarães, as críticas não passam de mero oportunismo político da oposição, já que o contingenciamento e outras medidas de efeito fiscal são instrumentos usados por qualquer governo conforme a necessidade; "Ao contrário do que fizeram os tucanos, não estamos retirando direitos de ninguém e estamos lançando as bases para a retomadas do crescimento econômico, para beneficiar toda a população, com geração de renda e emprego”, disse

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O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT), rebateu nesta segunda (25) críticas da oposição ao contingenciamento orçamentário para 2015; ele argumentou que os ajustes são necessários para a retomada do crescimento econômico em bases sólidas já a partir de 2016; para Guimarães, as críticas não passam de mero oportunismo político da oposição, já que o contingenciamento e outras medidas de efeito fiscal são instrumentos usados por qualquer governo conforme a necessidade; "Ao contrário do que fizeram os tucanos, não estamos retirando direitos de ninguém e estamos lançando as bases para a retomadas do crescimento econômico, para beneficiar toda a população, com geração de renda e emprego”, disse (Foto: Valter Lima)
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247 - O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), rebateu nesta segunda-feira (25) críticas da oposição ao contingenciamento orçamentário para 2015. Ele argumentou que os ajustes são necessários para a retomada do crescimento econômico em bases sólidas já a partir de 2016.  Para Guimarães, as críticas não passam de mero oportunismo político da oposição, já que o contingenciamento e outras medidas de efeito fiscal são instrumentos usados por qualquer governo conforme a necessidade.

Ele frisou, contudo, que os ajustes atuais têm modelagem completamente diferente da utilizada pelo PSDB durante o governo FHC (1995-2002). “ Ao contrário do que fizeram os tucanos, não estamos retirando direitos de ninguém e estamos lançando as bases para a retomadas do crescimento econômico, para beneficiar toda a população, com geração de renda e emprego”, disse.

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Segundo ele, os recursos para programas estratégicos estão assegurados, como Fies, Pronatec, expansão do ensino superior e a integração do rio São Francisco. O contingenciamento vai afetar, na prática, projetos que ainda não estão sendo implementados ou os que não são considerados fundamentais para a economia do país.

Petrobras - Guimarães disse que o contingenciamento anunciado na sexta-feira ( 22) insere-se na estratégia do governo de lançar as bases para a retomada do crescimento a pleno vapor já a partir do ano que vem.  Ele apontou vários dados positivos para confirmar seu prognóstico: a produção recorde da Petrobras no pré-sal,  crescimento do setor de serviços (6,1% somente em março), queda da taxa de inflação, retomada da confiança dos investidores e os acordos firmados entre a presidenta Dilma e o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang.

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Os acordos entre Brasil e China , conforme Guimarães, abrem caminho para parcerias e investimentos chineses no Brasil, numa primeira etapa, da ordem de US$ 53 bilhões de dólares, abrangendo áreas como planejamento, infraestrutura, comércio, energia, mineração, entre outras.

Ele lembrou que a Petrobras, que vem sendo duramente atacada por setores antinacionais, tem retomado o papel de  impulsionador do desenvolvimento , com a superação da crise provocada em torno da Operação Lava-Jato. “ A China emprestou à  Petrobras  US$ 7 bilhões, ninguém faz isto numa empresa que estaria à beira da falência”, disse o líder do governo. Ele criticou setores da mídia e da oposição que preconizam a privatização da estatal.

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Para Guimarães, o que está em disputa são dois modelos – o do PT e aliados, que desde 2003 transformou positivamente o Brasil, dando ao país uma nova posição no mundo, e o capitaneado pelo PSDB e seus partidos satélites, com olhar privatista, subalterno e periférico do País.  Citou como exemplo, o novo contrato de concessão firmado pelo governo Dilma para a ponte e Rio-Niterói, a valer a partir de junho. “Houve redução de 30% do valor do pedágio, se fosse o modelo tucano, isso jamais aconteceria”.

POLÍTICA – Na esfera política, Guimarães afirmou que o grande desafio é consolidar a base de apoio do governo no Congresso, requalificando-a ‘’cada vez mais, estabelecendo uma identidade programática a fim de se dar uma nova dimensão ao chamado presidencialismo de coalizão’’.

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Para ele, há melhorias no cenário político melhor. ‘’A presidenta Dilma tem-se reaproximado dos  movimentos sociais , estabelecido diálogo com as centrais sindicais’’. Um dos resultados dessa reaproximação é a montagem de um fórum com as centrais para discutir a questão de mudança do fator previdenciário e outros benefícios previdenciários. “ Tudo isso tem feito o ambiente mudar profundamente, cada dia estamos subindo um degrau’’, comentou.

 O líder do governo questionou o pessimismo que parte da mídia tenta espalhar, amplificando problemas e minimizando ou escondendo dados positivos sobre a realidade brasileira. ‘’ A mídia é cruel contra nós, do PT e governo.  Tudo se transforma em manchetes contra nós. Nunca vi tamanha partidarização.’’. Ele lembrou, por exemplo, que o desemprego hoje, no Brasil, é um dos mais baixos do mundo, e é a metade do que era na época do governo FHC. Mas esse dado é escondido da mídia.

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Da mesma forma, não se deu destaque a relatório da Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) , que na semana passada citou o Brasil como país exemplo de  redução da desigualdade de renda. ‘’Antes, ajustava-se a economia e retiravam -se benefícios concedidos à população  da pobreza. Hoje, com o PT e aliados, os direitos são preservados.’’

Guimarães contestou críticas de que as medidas provisórias 664 e 665, já aprovadas na Câmara, prejudicariam direitos. “Trata-se, na verdade, de correção de distorções, com regras rígidas para a concessão de pensões, seguro-desemprego e seguro-defeso. Isso não é atingir direitos’’.

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