Haddad desmascara mentira de Covas contra sua administração em SP

O ex-candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) escreveu que sempre teve uma “relação respeitosa com os tucanos”, mas que o atual prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), se rebaixou e foi “desmentido a cada debate pelas agências de checagem” quando criticou a gestão do Partido dos Trabalhadores na capital paulista

Bruno Covas e Fernando Haddad
Bruno Covas e Fernando Haddad (Foto: Kelly Fuzaro/Band | PT no Senado)
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247 - O ex-candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) escreveu, através de sua coluna no jornal Folha de S. Paulo, que sempre teve uma “relação respeitosa com os tucanos”, mas que o atual prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), se rebaixou e foi “desmentido a cada debate pelas agências de checagem” quando criticou a gestão do Partido dos Trabalhadores na capital.

Haddad explica que fez “uma verdadeira revolução nas finanças de São Paulo”. “Não encontro outras palavras”, diz o ex-prefeito pelo PT. “Reduzi o estoque de dívida da cidade em mais de 60%, de R$ 74 bilhões para R$ 27 bilhões. Além disso, a troca do indexador do contrato fez a dívida, como proporção da receita, cair inercialmente outros 60%”, acrescentou.

“Herdei um calote de precatórios da gestão tucana: R$ 10,29 bilhões. Comecei a resgatar esse passivo, pagando mais do que determinava a Constituição. Fui o único a fazê-lo”, explica Haddad.

“Cortei despesas, revi contratos e gerei novas fontes de receita com a regulamentação dos aplicativos, zona azul digital, outorga onerosa e correção da planta genérica. Combati a corrupção com a criação da Controladoria, recuperando centenas de milhões de reais desviados ou suspeitos: máfia do ISS, Controlar, Feira da Madrugada, túnel Roberto Marinho etc”, acrescenta.

“Como resultado, minha gestão foi, nos últimos 30 anos, a recordista em investimento, mesmo tendo enfrentado a maior recessão da história recente (2015-16), e foi coroada, de forma inédita, com a obtenção do grau de investimento, concedido pela agência de risco Fitch”, afirma Haddad. “A gestão Doria-Covas recebeu as finanças na melhor situação possível em décadas. E, mesmo tomando empréstimos — possíveis graças ao saneamento das contas — investiu inexplicavelmente apenas pouco mais de 50% do montante do que nossa [PT] gestão”, conclui.

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