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Indicado por Bolsonaro para chefiar a Embratur, ex-ministro sanfoneiro deve ser demitido em janeiro

“A Embratur é uma empresa estratégica. Não tem cabimento o Bolsonaro escolher alguém para ficar lá pelos próximos quatro anos”, disse o deputado Marcelo Freixo

Presidente da República Jair Bolsonaro cumprimenta o novo presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Sr. Gilson Machado Neto. 29/05/2019 (Foto: Isac Nóbrega /PR)

247 - O ex-ministro do Turismo Gilson Machado, nomeado por Jair Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (18) para o cargo de diretor-presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, (Embratur) não deverá permanecer à frente do órgão após o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tomar posse do governo, em janeiro do próximo ano. 

“Integrantes da transição levaram um susto na manhã desta sexta ao saber que Jair Bolsonaro nomeou seu ex-ministro para comandar a estatal, com mandato de quatro anos. Mais tarde, eles verificaram que o presidente da Embratur é demissível ad nutum — ou seja, pode ser dispensado a qualquer momento”,  diz o jornalista Bernardo Mello Franco, em sua coluna no jornal O Globo. 

Ainda segundo ele, "a tendência é que o sanfoneiro seja despejado em janeiro, assim que o novo ministro do Turismo tomar posse”. “A Embratur é uma empresa estratégica. Não tem cabimento o Bolsonaro escolher alguém para ficar lá pelos próximos quatro anos”, disse o  deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ), membro do grupo de trabalho de Turismo no gabinete de transição.

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