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STF julga se Dilma poderia ter continuado com direitos políticos após golpe

A ação foi apresentada em 2016, pelo PSDB, PPS, MDB, Solidariedade, PSL e Rede

STF julga se Dilma poderia ter continuado com direitos políticos após golpe (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

247 - A ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), pautou para 15 de setembro o julgamento virtual  de três ações que questionam os direitos políticos da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) depois do golpe. 

A ação foi apresentada em 2016, pelo PSDB, PPS, MDB, Solidariedade, PSL e Rede. Os partidos pedram uma liminar para anular o resultado da segunda votação no Congresso Nacional. Rosa Weber, que é relatoria da ação, negou o pedido. 

Em agosto, o Tribunal Regional Federal da 1º Região (TRF1), inocentou Dilma Rousseff de ter cometido as chamadas "pedaladas fiscais", motivo que levou ao afastamento dela da Presidência da República em 2016, quando sofreu o golpe.

Em 2016, a então presidenta da República foi inocentada por uma perícia do Senado. O laudo técnico mostrou que, "pela análise dos dados, dos documentos e das informações relativos ao Plano Safra, não foi identificado ato comissivo da Exma. Sra. Presidente da República que tenha contribuído direta ou imediatamente para que ocorressem os atrasos nos pagamentos".