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Investigados na Lava Jato tentaram obter visto permanente em Portugal

Investigados por corrupção na Lava Jato, executivos brasileiros teriam comprado imóveis em Portugal, após o início das investigações, com o objetivo de obter vistos permanentes de moradia no país, de acordo com reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian; entre eles estão Otávio Azevedo e Sérgio Andrade — respectivamente ex-presidente e um dos sócios do grupo Andrade Gutierrez — Pedro Novis, ex-presidente da Odebrecht, e Carlos Pires Oliveira Dias, vice-presidente do conselho administrativo do grupo Carmargo Correa; todos teriam adquirido imóveis em Portugal no ano de 2014, depois, portanto, do início da operação Lava-Jato

Investigados por corrupção na Lava Jato, executivos brasileiros teriam comprado imóveis em Portugal, após o início das investigações, com o objetivo de obter vistos permanentes de moradia no país, de acordo com reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian; entre eles estão Otávio Azevedo e Sérgio Andrade — respectivamente ex-presidente e um dos sócios do grupo Andrade Gutierrez — Pedro Novis, ex-presidente da Odebrecht, e Carlos Pires Oliveira Dias, vice-presidente do conselho administrativo do grupo Carmargo Correa; todos teriam adquirido imóveis em Portugal no ano de 2014, depois, portanto, do início da operação Lava-Jato (Foto: Giuliana Miranda)

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247 - Uma reportagem do jornal britânico The Guardian mostra que executivos brasileiros envolvidos em escândalos de corrupção da Lava Jato teriam comprado imóveis em Portugal, após o início das investigações, com o objetivo de obter vistos permanentes de moradia no país.

Entre eles estão Otávio Azevedo e Sérgio Andrade — respectivamente ex-presidente e um dos sócios do grupo Andrade Gutierrez — Pedro Novis, ex-presidente da Odebrecht, e Carlos Pires Oliveira Dias, vice-presidente do conselho administrativo do grupo Carmargo Correa. Todos teriam adquirido imóveis em Portugal no ano de 2014, depois, portanto, do início da operação Lava-Jato.

O programa de vistos permanentes do governo português permite que investidores comprem imóveis em Portugal, avaliados em pelo menos € 500 mil, em troca do visto de residência. Depois de cinco anos, o visto pode ser convertido em cidadania portuguesa, que dá o direito de moradia e trabalho em qualquer país da União Europeia

Otávio Azevedo foi condenado a 18 anos de prisão domiciliar pelos crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa. De acordo com o Guardian, dois anos antes de ser preso, ele teria comprado uma propriedade em Lisboa avaliada em €1,4 milhão e solicitado o visto permanente.

As informações são de reportagem de O Globo.

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