Irmão de ministro do TCU é indiciado por desvio de dinheiro

CPI do Tesouro, realizada pela Câmara de Campina Grande, indiciou o deputado federal Veneziano do Rêgo (PMDB-PB), irmão de Vital do Rêgo, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), pelos crimes de associação criminosa, concussão, prevaricação, fraude a licitação e improbidade administrativa; investigações ocorreram após o ex-tesoureiro da prefeitura Rennan Trajano Farias, ter afirmado que fez entregas de dinheiro ao então candidato ao Senado, Vital do Rêgo, irmão de Veneziano, durante a campanha eleitoral de 2010; segundo ele, teriam sido desviados R$ R$ 10,3 milhões para pavimentação de ruas da cidade

CPI do Tesouro, realizada pela Câmara de Campina Grande, indiciou o deputado federal Veneziano do Rêgo (PMDB-PB), irmão de Vital do Rêgo, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), pelos crimes de associação criminosa, concussão, prevaricação, fraude a licitação e improbidade administrativa; investigações ocorreram após o ex-tesoureiro da prefeitura Rennan Trajano Farias, ter afirmado que fez entregas de dinheiro ao então candidato ao Senado, Vital do Rêgo, irmão de Veneziano, durante a campanha eleitoral de 2010; segundo ele, teriam sido desviados R$ R$ 10,3 milhões para pavimentação de ruas da cidade
CPI do Tesouro, realizada pela Câmara de Campina Grande, indiciou o deputado federal Veneziano do Rêgo (PMDB-PB), irmão de Vital do Rêgo, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), pelos crimes de associação criminosa, concussão, prevaricação, fraude a licitação e improbidade administrativa; investigações ocorreram após o ex-tesoureiro da prefeitura Rennan Trajano Farias, ter afirmado que fez entregas de dinheiro ao então candidato ao Senado, Vital do Rêgo, irmão de Veneziano, durante a campanha eleitoral de 2010; segundo ele, teriam sido desviados R$ R$ 10,3 milhões para pavimentação de ruas da cidade (Foto: Aquiles Lins)

247 - O deputado federal Veneziano do Rêgo (PMDB-PB), irmão do ex-senador Vital do Rêgo, atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), foi indicado pelos crimes de associação criminosa, concussão, prevaricação, fraude a licitação e improbidade administrativa pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara de Campina Grande (PB). Outras três pessoas também foram indiciadas.

Batizada de CPI do Tesoureiro, a comissão foi instalada em agosto passado após divulgação de vídeo em que o ex-tesoureiro da prefeitura Rennan Trajano Farias, ter afirmado que fez entregas de dinheiro ao então candidato ao Senado, Vital do Rêgo, irmão de Veneziano, durante a campanha eleitoral de 2010.

Segundo o ex-tesoureiro, a verba foi desviada de um contrato de R$ 10,3 milhões para pavimentação de "diversas ruas" da cidade, fechado em 2009 entre a Prefeitura de Campina Grande na gestão de Veneziano, que foi prefeito entre 2005 e 2012, e uma empreiteira que não executou os serviços, a JGR.

Segundo o ex-tesoureiro, a empreiteira apenas emitiu notas fiscais para gerar um caixa dois. Ele disse que pelo menos R$ 4 milhões foram usados na campanha eleitoral de 2010.

Segundo o relatório do vereador Alexandre Pereira da Silva (PHS), há "diversos fatores contribuíram com a ilicitude da concorrência, havendo verdadeira formação de quadrilha, corroborando informações repassadas pelo denunciante, Rennan Trajano de Farias".

Auditoria realizada pela Secretaria de Obras apontou que várias ruas "que foram atestadas e pagas" como sendo obras da JGR na verdade "foram realizadas por outras empresas", algumas em contrapartida para a instalação de empreendimentos imobiliários de incorporadoras.

Em nota, o deputado federal Veneziano Vital do Rêgo afirmou que a conclusão da CPI do Tesoureiro "reflete seu caráter eminentemente político".

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