Itaú bloqueia ações da Petrobras de preso na Lava Jato

Banco informou nesta quarta (26) à Justiça Federal no Paraná que bloqueou 40 mil ações da Petrobras em nome de Erton Medeiros Fonseca, executivo da empresa Galvão Engenharia, preso na sétima fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal; no mesmo comunicado, o banco disse que bloqueou R$ 10,2 milhões nas contas correntes e fundos de investimentos de outros diretores de empreiteiras presos na operação

Banco informou nesta quarta (26) à Justiça Federal no Paraná que bloqueou 40 mil ações da Petrobras em nome de Erton Medeiros Fonseca, executivo da empresa Galvão Engenharia, preso na sétima fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal; no mesmo comunicado, o banco disse que bloqueou R$ 10,2 milhões nas contas correntes e fundos de investimentos de outros diretores de empreiteiras presos na operação
Banco informou nesta quarta (26) à Justiça Federal no Paraná que bloqueou 40 mil ações da Petrobras em nome de Erton Medeiros Fonseca, executivo da empresa Galvão Engenharia, preso na sétima fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal; no mesmo comunicado, o banco disse que bloqueou R$ 10,2 milhões nas contas correntes e fundos de investimentos de outros diretores de empreiteiras presos na operação (Foto: Valter Lima)

André Richter - Repórter da Agência Brasil

O Banco Itaú informou hoje (26) à Justiça Federal no Paraná que bloqueou 40 mil ações da Petrobras em nome de Erton Medeiros Fonseca, executivo da empresa Galvão Engenharia, preso na sétima fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. No mesmo comunicado, o banco disse que bloqueou R$ 10,2 milhões nas contas correntes e fundos de investimentos de outros diretores de empreiteiras presos na operação.

Também foram bloqueados R$ 1,3 mil na conta do ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque. A conta do empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, está zerada.

Na semana passada, o juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações, determinou o bloqueio das contas dos investigados e empresas ligadas ao esquema de desvios na estatal.

Até momento, somados os valores bloqueados, desde a semana passada, nas contas-correntes pelo Banco Central, ou diretamente nas instituições, no caso de fundos de investimentos, chegam a cerca de R$ 100 milhões. Os valores serão transferidos para uma conta da Justiça Federal.

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