Janot vai fazer mais de uma denúncia contra Temer e incluir quadrilhão

Jornalista Helena Chagas, do site Os Divergentes, destaca que a "maior preocupação" de Rodrigo Janot neste momento "é com seu lugar na história", uma vez que tem exatos três meses à frente da PGR; "Evidentemente, quer passar como o procurador que não teve medo de denunciar o presidente da República e seu grupo político por corrupção. Mas também não haverá de querer a pecha de ter sido tendencioso ou parcial, acusado de tratar desigualmente os diversos nomes que aparecerem na versão brasiliense da Lava Jato", diz ainda

Jornalista Helena Chagas, do site Os Divergentes, destaca que a "maior preocupação" de Rodrigo Janot neste momento "é com seu lugar na história", uma vez que tem exatos três meses à frente da PGR; "Evidentemente, quer passar como o procurador que não teve medo de denunciar o presidente da República e seu grupo político por corrupção. Mas também não haverá de querer a pecha de ter sido tendencioso ou parcial, acusado de tratar desigualmente os diversos nomes que aparecerem na versão brasiliense da Lava Jato", diz ainda
Jornalista Helena Chagas, do site Os Divergentes, destaca que a "maior preocupação" de Rodrigo Janot neste momento "é com seu lugar na história", uma vez que tem exatos três meses à frente da PGR; "Evidentemente, quer passar como o procurador que não teve medo de denunciar o presidente da República e seu grupo político por corrupção. Mas também não haverá de querer a pecha de ter sido tendencioso ou parcial, acusado de tratar desigualmente os diversos nomes que aparecerem na versão brasiliense da Lava Jato", diz ainda (Foto: Gisele Federicce)

247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve apresentar mais de uma denúncia contra Michel Temer e ainda incluir "o chamado quadrilhão, que pega os principais nomes de PMDB, PT e PP", escreve a jornalista Helena Chagas, do site Os Divergentes.

Ela destaca que a "maior preocupação" de Janot neste momento "é com seu lugar na história", uma vez que tem exatos três meses à frente da PGR. "Evidentemente, quer passar como o procurador que não teve medo de denunciar o presidente da República e seu grupo político por corrupção. Mas também não haverá de querer a pecha de ter sido tendencioso ou parcial, acusado de tratar desigualmente os diversos nomes que aparecerem na versão brasiliense da Lava Jato", escreve.

Segundo ela, "nos inquéritos que fazem parte do quadrilhão, estão sendo investigados, entre outros, os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá, o ex-presidente Lula, os ex-ministros Antonio Palocci e Henrique Alves, o ex-deputado Eduardo Cunha, além de próceres do PP, por acusações relacionadas à montagem de um esquema de corrupção organizada nas diretorias da Petrobras".

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