João Santana delata Lula, Dilma e Palocci à PGR

Publicitário disse ao Ministério Público em delação premiada que o ex-presidente Lula e a presidente deposta Dilma Rousseff sabiam que dívidas da campanha presidencial eram saudadas com dinheiro de caixa 2; a delação foi tornada pública nesta quinta-feira 11, depois que o ministro do STF Edson Fachin retirou o sigilo; segundo Santana, o então ministro da Fazenda, Antônio Palocci, dizia que decisões definitivas sobre pagamentos dependiam da "palavra final do chefe", em referência a Lula

Publicitário disse ao Ministério Público em delação premiada que o ex-presidente Lula e a presidente deposta Dilma Rousseff sabiam que dívidas da campanha presidencial eram saudadas com dinheiro de caixa 2; a delação foi tornada pública nesta quinta-feira 11, depois que o ministro do STF Edson Fachin retirou o sigilo; segundo Santana, o então ministro da Fazenda, Antônio Palocci, dizia que decisões definitivas sobre pagamentos dependiam da "palavra final do chefe", em referência a Lula
Publicitário disse ao Ministério Público em delação premiada que o ex-presidente Lula e a presidente deposta Dilma Rousseff sabiam que dívidas da campanha presidencial eram saudadas com dinheiro de caixa 2; a delação foi tornada pública nesta quinta-feira 11, depois que o ministro do STF Edson Fachin retirou o sigilo; segundo Santana, o então ministro da Fazenda, Antônio Palocci, dizia que decisões definitivas sobre pagamentos dependiam da "palavra final do chefe", em referência a Lula (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O publicitário João Santana delatou o ex-presidente Lula e o ex-ministro Antonio Palocci ao Ministério Público Federal em acordo de delação premiada pela Lava Jato. O conteúdo da delação foi tornado público nesta quinta-feira 11, depois que o ministro Edson Fachin, relator da investigação no Supremo Tribunal Federal, retirou o sigilo.

No anexo da delação – documento em que o delator apresenta ao MP o que irá contar –, Santana diz que Lula e a presidente deposta Dilma Rousseff sabiam que dívidas de campanhas eleitorais eram saudadas com dinheiro oficial, mas também de caixa 2 da Odebrecht.

Segundo ele, o então ministro da Fazenda, Antônio Palocci, dizia que decisões definitivas sobre pagamentos dependiam da "palavra final do chefe", em referência a Lula. Santaan contou ter chegado a ameaçar interromper os serviços prestados, em dois momentos da campanha à reeleição de Lula, por conta da inadimplência. Mas que, depois disso, pressionou Palocci, que "colocou a empresa Odebrecht no circuito".

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