Joesley e Saud devem ser transferidos para prisão em Brasília nesta segunda-feira

Empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa JBS, e o executivo do grupo J&F Ricardo Saud, que Brasília nesta segunda-feira (11). Joesley e Saud tivarem suas prisões preventivas decretadas pelo ministro do ST Edson Fachin; pedido de prisão foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Jano; ministro acolheu parcialmente o requerimento do procurador porque não mandou prender outro personagem desse novo capítulo do caso JBS, o ex-procurador da República Marcelo Miller – sob suspeita de fazer jogo duplo em favor do grupo empresarial

Joesley Batista presta depoimento na Polícia Federal em SP São Paulo - O empresário Joesley Batista, dono da JBS, deixa a sede da Superintendência da Polícia Federal após prestar depoimento (Rovena Rosa/Agência Brasil)
Joesley Batista presta depoimento na Polícia Federal em SP São Paulo - O empresário Joesley Batista, dono da JBS, deixa a sede da Superintendência da Polícia Federal após prestar depoimento (Rovena Rosa/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)

247 - O empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa JBS, e o executivo do grupo J&F Ricardo Saud, que Brasília nesta segunda-feira (11). Joesley e Saud tivarem suas prisões preventivas decretadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. O pedido de prisão foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

 O ministro acolheu parcialmente o requerimento do procurador porque não mandou prender outro personagem desse novo capítulo do caso JBS, o ex-procurador da República Marcelo Miller – sob suspeita de fazer jogo duplo em favor do grupo empresarial.  

Antes de se apresentaram à PF, Joesley estava na casa do pai,no Jardim Europa, e Saud estava em seu apartamento, localizado no bairro do Morumbi. Com a autorização de Fachin os benefícios da delação premiada de Joesley e Saud devem ser rescindidos.

O acordo de delação prevê que a validade dos termos poderá ser revogada caso o colaborador minta, omita, sonegue ou destrua provas. A validade das provas obtidas a partir da deleção, porém, continuam válidas, segundo entendimento de parte dos ministros do STF. 

 

 

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