Juiz disse que saída de Lula seria autorizada em caso de morte de parentes
Em 25 de dezembro de 2018, a Justiça Federal do Paraná negou o pedido feito pela defesa do ex-presidente Lula para que ele deixasse a prisão e comparecesse ao velório e enterro de seu amigo e ex-deputado federal Sigmaringa Seixas; o pedido foi negado pelo juiz plantonista Vicente de Paula Ataíde Júnior, que citou Lei de Execução Penal, dizendo que presos como Lula só poderiam receber a permissão para sair da prisão em caso de "falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão"
247 - Em 25 de dezembro de 2018, a Justiça Federal do Paraná negou o pedido feito pela defesa do ex-presidente Lula para que ele deixasse a prisão e comparecesse ao velório e enterro de seu amigo e ex-deputado federal Sigmaringa Seixas. O pedido foi negado pelo juiz plantonista Vicente de Paula Ataíde Júnior, que citou Lei de Execução Penal, dizendo que presos como Lula só poderiam receber a permissão para sair da prisão em caso de "falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão".
Nesta terça-feira (29), o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, apresentou pedido para que o ex-presidente seja autorizado a sair para velar e enterrar o irmão Genival Lula da Silva, o Vavá, que morreu aos 79 anos vítima de câncer.
O Velório está acontecendo e o sepultamento ocorrerá nesta quarta-feira (30), no cemitério de São Bernardo do Campo. Decisão caberá à juíza Carolina Lebbos, que recentemente proibiu até as visitas de religiosos ao ex-presidente Lula.
