Juiz vai liberar R$ 4 milhões de executivo da Engevix

Juiz federal Sérgio Moro deve desbloquear R$ 4 milhões, depositados em contas do vice-presidente da Engevix, Gerson Almada, preso pela PF; o magistrado afirmou que vai liberar o excesso das demais contas do investigado, após transferir mais de R$ 20 milhões para uma conta da Justiça Federal

Juiz federal Sérgio Moro deve desbloquear R$ 4 milhões, depositados em contas do vice-presidente da Engevix, Gerson Almada, preso pela PF; o magistrado afirmou que vai liberar o excesso das demais contas do investigado, após transferir mais de R$ 20 milhões para uma conta da Justiça Federal
Juiz federal Sérgio Moro deve desbloquear R$ 4 milhões, depositados em contas do vice-presidente da Engevix, Gerson Almada, preso pela PF; o magistrado afirmou que vai liberar o excesso das demais contas do investigado, após transferir mais de R$ 20 milhões para uma conta da Justiça Federal (Foto: Gisele Federicce)

André Richter - Repórter da Agência Brasil

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, deve desbloquear R$ 4 milhões, depositados em contas do vice-presidente da Engevix, Gerson Almada, preso pela PF. Em despacho, divulgado hoje (25), Moro afirmou que vai liberar o excesso das demais contas do investigado, após transferir mais de R$ 20 milhões para uma conta da Justiça Federal.

Na semana passada, o juiz determinou que as contas de 16 investigados fossem bloqueadas. Ontem (25), a defesa do vice-presidente da Engevix, Gerson Almada, alegou que somente em uma conta, no banco BNP Paribas, onde estão depositados mais de R$ 22 milhões, deve continuar bloqueada. Segundo os advogados, o limite determinado foi R$ 20 milhões e como o valor foi alcançado em apenas uma das contas, as outras cinco, com depósitos que somam R$ 4 milhões, devem ser liberadas.

Foram bloqueados R$ 47 milhões nas contas dos investigados. Após rastreamento, a medida foi cumprida parcialmente pela falta de saldo. Todos os valores encontrados foram transferidos para uma conta da Justiça Federal na Caixa Econômica Federal. As contas de Valdir Lima Carreiro, presidente da empresa Iesa, e de Erton Medeiros Fonseca, diretor-presidente da Divisão de Engenharia Industrial da Galvão Engenharia, estão zeradas.

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