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Juristas do Canadá fazem campanha contra a Lava Jato em prêmio

Pesquisadores de Direito da University of British Columbia, do Canadá, criaram uma campanha para que a Operação Lava Jato seja derrotada na disputa pelo prêmio Allard, ligado à instituição, e que dá US$ 100 mil para os que demonstram "excepcional coragem e liderança no combate à corrupção"; em cartas à direção do prêmio, o grupo afirma que parte da população, em especial da comunidade jurídica do Brasil, não concorda com seus procedimentos; o procurador Deltan Dallagnol deve comparecer à cerimônia, no dia 28, em Vancouver

O coordenador da força-tarefa Lava Lato, o procurador da República Deltan Dallagnol, apresenta propostas do Ministério Público Federal para o Combate à Corrupção (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Giuliana Miranda)

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247 - Um grupo de estudantes e pesquisadores de Direito da University of British Columbia, do Canadá, começou uma campanha para que a Operação Lava Jato seja derrotada na disputa pelo prêmio Allard. Ligado à instituição, ele dá US$ 100 mil para os que demonstram "excepcional coragem e liderança no combate à corrupção".

Em cartas à direção do prêmio, o grupo afirma que a Lava Jato não tem liderança, já que parte da população, em especial da comunidade jurídica do Brasil, não concorda com seus procedimentos. Apontam ainda fatos questionados pelo Supremo Tribunal Federal que seriam violações ao devido processo legal, critério usado pela premiação para agraciar os vencedores.

O procurador Deltan Dallagnol deve comparecer à cerimônia, no dia 28, em Vancouver. A Lava Jato disputa com Khadija Ismayilova, jornalista do Azerbaijão, e Azza Soliman, advogada de direitos humanos do Egito.

As informações são da coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo

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