Justiça condena envolvidos em roubo de prova do Enem

O vazamento cancelou a prova em 2009, prejudicou cerca de quatro milhes de inscritos e atrapalhou todo o calendrio de vestibulares. O gasto com a reimpresso foi de R$ 45 milhes



247 - A Justiça Federal de São Paulo condenou na última terça-feira, por corrupção passiva e violação de sigilo funcional, quatro dos cinco envolvidos no furto e vazamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2009. A informação foi divulgada pelo Ministério Público Federal.

O vazamento causou o cancelamento da prova em 2009, prejudicou cerca de quatro milhões de inscritos e atrapalhou todo o calendário de vestibulares do final de 2009 e início de 2010.

Felipe Pradella, apontado como mentor do caso pela Polícia Federal, foi condenado a cinco anos e três meses de reclusão. Ele era funcionário do consórcio responsável por imprimir a prova. Pardella, no entanto, foi absolvido da acusação de ter tentando extorquir Renata Cafardo, então jornalista do jornal "O Estado de S. Paulo", para vender a prova.

Filipe Ribeiro e Marcelo Sena, também ex-funcionários do consórcio, foram condenados a quatro anos e seis meses. Já o DJ Gregory Cammilo, acusado de intermediar o contato com a imprensa para vender a prova, foi condenado a dois anos e quatro meses de reclusão, mas cumprirá apenas serviço comunitário. Lucas Rodrigues, que era dono de uma pizzaria nos Jardins, foi absolvido.

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A prova foi cancelada na madrugada do dia 1º de outubro de 2009 pelo Ministério da Educação (MEC) após a denúncia de que teria sido furtada de uma gráfica em São Paulo e oferecida ao jornal "O Estado de S. Paulo". O gasto com a reimpressão das provas do Enem foi estimado em 30% do valor da licitação, que foi de R$ 148 milhões, segundo o MEC.

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