Justiça condena líder do MBL a pagar R$ 20 mil a jornalista

Renan Santos, um dos coordenadores nacionais do Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que se diz contra a corrupção e que ajudou a articular o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, foi condenado pela Justiça a pagar R$20 como indenização ao jornalista José Roberto Burnier, da TV Globo; Burnier moveu a ação contra Santos depois de ter sido chamado pelo líder do MBL de "um esquerdista global de joelhos para o PT" e "uma prostituta, oferecendo seus serviços para a presidente Dilma Rousseff"

Renan Santos, um dos coordenadores nacionais do Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que se diz contra a corrupção e que ajudou a articular o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, foi condenado pela Justiça a pagar R$20 como indenização ao jornalista José Roberto Burnier, da TV Globo; Burnier moveu a ação contra Santos depois de ter sido chamado pelo líder do MBL de "um esquerdista global de joelhos para o PT" e "uma prostituta, oferecendo seus serviços para a presidente Dilma Rousseff"
Renan Santos, um dos coordenadores nacionais do Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que se diz contra a corrupção e que ajudou a articular o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, foi condenado pela Justiça a pagar R$20 como indenização ao jornalista José Roberto Burnier, da TV Globo; Burnier moveu a ação contra Santos depois de ter sido chamado pelo líder do MBL de "um esquerdista global de joelhos para o PT" e "uma prostituta, oferecendo seus serviços para a presidente Dilma Rousseff" (Foto: Paulo Emílio)

Revista Fórum - Renan Santos, um dos coordenadores nacionais do Movimento Brasil Livre, grupo que se diz contra a corrupção e que ajudou a articular o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, foi condenado pela Justiça, neste sexta-feira (2), a pagar R$20 como indenização ao jornalista José Roberto Burnier, da TV Globo.

Burnier moveu a ação contra Santos depois de ter sido chamado pelo líder do MBL de "um esquerdista global de joelhos para o PT" e "uma prostituta, oferecendo seus serviços para a presidente Dilma Rousseff".

Renan, que ainda não se manifestou sobre o caso, tem nas costas 16 ações cíveis e 45 processos trabalhistas por fraudes fiscais, dívidas trabalhistas e danos morais.

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