Justiça determina fim de bloqueio de bens dos irmãos Batista

Justiça Federal liberou os bens dos empresários Joesley e Wesley Batista, além das empresas do grupo J&F; o bloqueio dos bens havia sido feito por determinação do juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal; "A decisão restabelece a legalidade do status anterior, que jamais deveria ter sido alterado pelo magistrado de primeiro grau", disse o advogado Ticiano Figueiredo; decisão que pôs fim ao bloqueio foi feita pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1)

Justiça Federal liberou os bens dos empresários Joesley e Wesley Batista, além das empresas do grupo J&F; o bloqueio dos bens havia sido feito por determinação do juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal; "A decisão restabelece a legalidade do status anterior, que jamais deveria ter sido alterado pelo magistrado de primeiro grau", disse o advogado Ticiano Figueiredo; decisão que pôs fim ao bloqueio foi feita pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1)
Justiça Federal liberou os bens dos empresários Joesley e Wesley Batista, além das empresas do grupo J&F; o bloqueio dos bens havia sido feito por determinação do juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal; "A decisão restabelece a legalidade do status anterior, que jamais deveria ter sido alterado pelo magistrado de primeiro grau", disse o advogado Ticiano Figueiredo; decisão que pôs fim ao bloqueio foi feita pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) (Foto: Paulo Emílio)

247 - A Justiça Federal liberou os bens dos empresários Joesley e Wesley Batista, além das empresas do grupo J&F.

O bloqueio dos bens havia sido feito por determinação do juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal. "A decisão restabelece a legalidade do status anterior, que jamais deveria ter sido alterado pelo magistrado de primeiro grau", disse o advogado Ticiano Figueiredo. Decisão que pôs fim ao bloqueio foi feita pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). 

Na decisão que resultou no bloqueio dos bens, o magistrado destacou que o acordo de delação premiada dos irmãos Batista celebrado junto ao Ministério Público Federal estava rescindido, o que justificaria a adoção da medida cautelar sobre os bens. O bloqueio alcançava 21 pessoas físicas e jurídicas.

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