Kennedy: Fachin acelera inquérito de Temer no STF

"Os advogados de Michel Temer avaliam que o ministro Edson Fachin está acelerando o inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) ao determinar que o presidente seja ouvido pela Polícia Federal antes da perícia da gravação da conversa do peemedebista com o empresário Joesley Batista", diz o jornalista Kennedy Alencar; segundo ele, existe a desconfiança de que ao autorizar "um questionamento célere da Polícia Federal ao presidente", Fachin " poderia permitir ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentar em breve uma denúncia contra Temer", criando um clima para agravar a crise e colocar mais pressão pela saída do presidente do cargo ou por uma decisão desfavorável na Justiça Eleitoral", destaca

Jornalista Kennedy Alencar e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin .2
Jornalista Kennedy Alencar e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin .2 (Foto: Paulo Emílio)

247 - "Os advogados de Michel Temer avaliam que o ministro Edson Fachin está acelerando o inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) ao determinar que o presidente seja ouvido pela Polícia Federal antes da perícia da gravação da conversa do peemedebista com o empresário Joesley Batista", diz o jornalista Kennedy Alencar. "Reservadamente, os advogados dizem que Fachin está criando uma espécie de "fast track", um caminho rápido, para investigar Temer que destoaria do tradicional andamento de outros inquéritos da Lava Jato", completa.

Segundo ele, existe a desconfiança de que ao autorizar "um questionamento célere da Polícia Federal ao presidente", Fachin " poderia permitir ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentar em breve uma denúncia contra Temer". O temor do Planalto é que "uma denúncia antes do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tenha efeito político e jurídico negativo para o presidente, criando um clima para agravar a crise e colocar mais pressão pela saída do presidente do cargo ou por uma decisão desfavorável na Justiça Eleitoral", destaca.

Leia a íntegra da análise.

 

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