Kotscho: Guerra do Rio é só contra os favelados? E os bacanas do asfalto?

"A guerra declarada pelo governo brasileiro ao crime organizado no Rio de Janeiro mostrou até agora que tem um alvo prioritário: as 700 favelas da cidade onde vivem 1,1 milhão de cariocas"; ele pondera que nenhum esforço será válido se os consumidores de drogas não forem atacados também. "Os bacanas do asfalto da zona sul, onde vivem os grandes consumidores e seus fornecedores, podem continuar cheirando e traficando à vontade, sem medo"

"A guerra declarada pelo governo brasileiro ao crime organizado no Rio de Janeiro mostrou até agora que tem um alvo prioritário: as 700 favelas da cidade onde vivem 1,1 milhão de cariocas"; ele pondera que nenhum esforço será válido se os consumidores de drogas não forem atacados também. "Os bacanas do asfalto da zona sul, onde vivem os grandes consumidores e seus fornecedores, podem continuar cheirando e traficando à vontade, sem medo"
"A guerra declarada pelo governo brasileiro ao crime organizado no Rio de Janeiro mostrou até agora que tem um alvo prioritário: as 700 favelas da cidade onde vivem 1,1 milhão de cariocas"; ele pondera que nenhum esforço será válido se os consumidores de drogas não forem atacados também. "Os bacanas do asfalto da zona sul, onde vivem os grandes consumidores e seus fornecedores, podem continuar cheirando e traficando à vontade, sem medo" (Foto: Romulo Faro)
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247 - "A guerra declarada pelo governo brasileiro ao crime organizado no Rio de Janeiro mostrou até agora que tem um alvo prioritário: as 700 favelas da cidade onde vivem 1,1 milhão de cariocas. Ali está, segundo nossas mais altas autoridades civis e militares, todo o mal a ser combatido com soldados armados até os dentes, tanques e blindados, o que for preciso", escreve o jornalista Ricardo Kotscho em seu blog.

Ele pondera que nenhum esforço será válido se os consumidores de drogas não forem atacados também. "Os bacanas do asfalto da zona sul, onde vivem os grandes consumidores e seus fornecedores, podem continuar cheirando e traficando à vontade, sem medo. Até crianças estão sendo revistadas nos morros, mas não vi até agora nenhum soldado importunar algum morador dos prédios de luxo da Vieira Souto".

Leia mais no Balaio do Kotscho.

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