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Brasil

Latuff: 'campanha de boicote a Israel incomoda reaças'

"A campanha brasileira de boicote acadêmico a Israel já começa a incomodar os articulistas reaças de sempre", escreveu o cartunista e ativista Carlos Latuff, em sua página no Facebook; ele se refere a um ofício que pede esclarecimentos à Universidade Federal Santa Maria, no Rio Grande do Sul, quanto a possíveis relações acadêmicas com o estado de Israel; "A tentativa desses articulistas, bem como o do lobby pró-Israel no Brasil, é de taxar de 'perseguição a judeus'" uma campanha que tem o alvo não no povo, mas no estado de Israel, que ocupa o território palestino

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"A campanha brasileira de boicote acadêmico a Israel já começa a incomodar os articulistas reaças de sempre", escreveu o cartunista e ativista Carlos Latuff, em sua página no Facebook; ele se refere a um ofício que pede esclarecimentos à Universidade Federal Santa Maria, no Rio Grande do Sul, quanto a possíveis relações acadêmicas com o estado de Israel; "A tentativa desses articulistas, bem como o do lobby pró-Israel no Brasil, é de taxar de 'perseguição a judeus'" uma campanha que tem o alvo não no povo, mas no estado de Israel, que ocupa o território palestino (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O cartunista e ativista da causa palestina Carlos Latuff escreveu um texto, em sua página no Facebook, em que protesta contra a reação de "articulistas reaças" à campanha brasileira de boicote acadêmico a Israel. Latuff se refere a um ofício que pede esclarecimentos à Universidade Federal Santa Maria, no Rio Grande do Sul, quanto a possíveis relações acadêmicas com o estado de Israel. 

Leia abaixo a íntegra do texto:

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A campanha brasileira de boicote acadêmico a Israel já começa a incomodar os articulistas reaças de sempre. Acusam agora a Ufsm Santa Maria de "perseguir judeus" por conta de um ofício assinado pelo Sedufsm Andes-sn, o DCE - UFSM e a Assufsm Sintest, pedindo esclarecimentos da universidade quanto a possíveis relações acadêmicas com o estado de Israel. Tais esclarecimentos se fazem necessários se levarmos em consideração a relação que o estado do RS mantinha (ou mantém) com a companhia de tecnologia militar israelense Elbit, tecnologia essa empregada contra o povo palestino. A tentativa desses articulistas, bem como o do lobby pró-Israel no Brasil, é de taxar de "perseguição a judeus" uma campanha que tem como alvo não o povo judeu e sim um estado que ocupa território palestino através da construção de colônias, lota cadeias com jovens palestinos (e até crianças) que resistem a essa ocupação com pedras contra tanques e soldados armados de fuzis, que mantém um bloqueio desumano a Faixa de Gaza, por vezes despejando bombas naquela região densamente povoada. Que o movimento de boicote a Israel continue firme e forte, e não se deixe abater pelas corriqueiras campanhas de difamação promovidas por esses que defendem o apartheid contra o povo palestino.

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