Laudo dos EUA questiona caso Isabella
Análises realizadas pelo diretor do Instituto de Engenharia Biomédica da George Washington University, James K. Hahn, a pedido da defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, apontam que menina de 5 anos não foi esganada pelo pai ou pela madrasta
247 – Uma nova perícia realizada pelo diretor do Instituto de Engenharia Biomédica da George Washington University, James K. Hahn, questiona a versão do caso Isabella Nardoni.
Análises encomendadas pelo criminalista Roberto Podval, que defende o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, apontam que a menina de cinco anos não foi esganada pelo pai ou pela madrasta, em 2008.
As marcas - chamadas de esquimoses puntiformes na nuca direita - não foram, segundo a perícia, feitas por mãos humanas.
O casal Nardoni cumpre pena desde março de 2010. Ele foi condenado pelo 2.º Tribunal do Júri de São Paulo a 31 anos de prisão, enquanto a madrasta, a 26 anos e 8 meses, por homicídio qualificado - meio cruel, sem dar chance de defesa para a vítima e para assegurar a impunidade de outro crime.
De acordo com a acusação, a menina teria sido espancada pela madrasta. Pensando que ela estava morta, o pai cortou a rede de proteção da janela e jogou a menina do apartamento do casal, na zona norte de São Paulo.