Lauro Jardim denuncia "conversas estranhas" no Ministério da Saúde

Segundo o colunista, o ministro Ricardo Barros, do PP, estaria orientando representantes de laboratórios farmacêuticos a negociar com deputados federais suas demandas no Ministério, incluindo até nomes investigados na Lava Jato; em nota, o ministro disse que não delega interlocução e que economizou R$ 1 bilhão na compra de medicamentos

Segundo o colunista, o ministro Ricardo Barros, do PP, estaria orientando representantes de laboratórios farmacêuticos a negociar com deputados federais suas demandas no Ministério, incluindo até nomes investigados na Lava Jato; em nota, o ministro disse que não delega interlocução e que economizou R$ 1 bilhão na compra de medicamentos
Segundo o colunista, o ministro Ricardo Barros, do PP, estaria orientando representantes de laboratórios farmacêuticos a negociar com deputados federais suas demandas no Ministério, incluindo até nomes investigados na Lava Jato; em nota, o ministro disse que não delega interlocução e que economizou R$ 1 bilhão na compra de medicamentos (Foto: Leonardo Attuch)

247 – Em nota publicada neste domingo, o colunista Lauro Jardim, do Globo, denuncia "conversas estranhas" no Ministério da Saúde.

Segundo ele, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, do PP, estaria orientando representantes dos laboratórios farmacêuticos a negociar suas demandas com deputados do partido.

Um deles seria Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), ex-ministro das Cidades, investigado na Lava Jato.

Em nota, o ministro disse que não delega interlocução. Leia abaixo:

 

Sobre nota publicada na coluna do Lauro Jardim no O Globo, o ministro da saúde, Ricardo Barros, informa: não delego interlocução. Em reunião com as três entidades representativas de laboratorios disse: "vocês sabem tudo que compramos, de quem e por quanto. Tudo esta no Diário Oficial da União. Quem puder vender por menos que se apresente."
Economizar R$ 1 bilhão contraria interesses. Destes, quase R$ 900 milhões foram economizados em medicamentos.
Conto com a Polícia Federal, Procuradoria Geral da República e do procurador geral da República, Rodrigo Janot, para também nos ajudar a eliminar conluios na judicialização da saúde e nas compras de órteses e próteses. Seguiremos na busca de eficiência e da economia.


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