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Lava Jato usa 'domínio do fato' contra executivos da Camargo

Procuradores apresentam na fase final da ação penal argumentos pela condenação de Dalton dos Santos Avancini (ex-diretor-presidente da Camargo Corrêa Construções e Participações), João Ricardo Auler (ex-presidente do Conselho de Administração) e Eduardo Hermelino Leite (ex-vice-presidente da empreiteira); os três estão em prisão domiciliar e Avancini e Leite fizeram delação premiada; eles são acusados de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e organização criminosa; o MP pede ainda pagamento de R$ 50,79 milhões - correspondente ao "valor comprovado" de corrupção

Procuradores apresentam na fase final da ação penal argumentos pela condenação de Dalton dos Santos Avancini (ex-diretor-presidente da Camargo Corrêa Construções e Participações), João Ricardo Auler (ex-presidente do Conselho de Administração) e Eduardo Hermelino Leite (ex-vice-presidente da empreiteira); os três estão em prisão domiciliar e Avancini e Leite fizeram delação premiada; eles são acusados de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e organização criminosa; o MP pede ainda pagamento de R$ 50,79 milhões - correspondente ao "valor comprovado" de corrupção (Foto: Roberta Namour)

247 - A Operação Lava Jato pediu à Justiça Federal a condenação de dirigentes da Camargo Corrêa, afastados de suas funções desde que foram presos em novembro de 2014. Ricardo Pessoa, da UTC, Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e operadores do esquema também são réus neste processo.

Nove procuradores da República apresentam no documento argumentos na fase final da ação penal contra Dalton dos Santos Avancini (ex-diretor-presidente da Camargo Corrêa Construções e Participações), João Ricardo Auler (ex-presidente do Conselho de Administração) e Eduardo Hermelino Leite (ex-vice-presidente da empreiteira). Os três estão em prisão domiciliar e Avancini e Leite fizeram delação premiada.

Eles atribuem aos executivos os crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e organização criminosa. A Dalton Avancini e a Eduardo Leite também são imputados uso de documento falso.

Os procuradores pedem ainda pagamento de R$ 50,79 milhões - correspondente ao "valor comprovado" de corrupção à Camargo Corrêa nas obras denunciadas".