'Liberou geral': ministro da Justiça de Bolsonaro é contra exigir vacinação para entrada de viajantes no Brasil

A Anvisa, o Conass e o Conasems apoiam a exigência da vacinação como forma de conter uma possível nova onda de Covid-19 no Brasil

Anderson Torres
Anderson Torres (Foto: ABr)
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247 - Contrariando recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a prática que está sendo adotada em diversos países, o ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro, Anderson Torres, disse nesta quinta-feira (25) ser contra exigir certificado de vacinação contra a Covid-19 de estrangeiros que queiram entrar no Brasil.

"Não precisa. Ela [a vacina] não impede a transmissão da doença", alegou o ministro. A decisão de exigir ou não o certificado é de Torres e dos ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, e da Casa Civil, Ciro Nogueira.

Apesar da declaração, Torres afirmou que "não tem nada decidido ainda".

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A Anvisa recomendou adotar o passaporte da vacinação para quem cruza a fronteira terrestre do Brasil ou para dispensar a quarentena após voos internacionais. O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) divulgaram nota nesta quinta-feira em apoio à proposta da Anvisa.

Em nota técnica, a Anvisa diz que ainda não se sabe muito sobre a transmissão da Covid-19 por pessoas vacinadas, mas que dados disponíveis "indicam claramente que a vacinação continua sendo a estratégia chave para o controle da pandemia de Sars-CoV-2, inclusive da propagação de variantes, como a Delta".

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