Lideranças indígenas entram com ação pedindo o afastamento do presidente da Funai

“A Funai é um órgão que deve promover assistência, proteção e garantias dos direitos dos povos indígenas brasileiros e, atualmente, faz o inverso", justificou o coordenador executivo do Parlaíndio Brasil, cacique Almir Suruí

www.brasil247.com - Marcelo Augusto Xavier da Silva
Marcelo Augusto Xavier da Silva (Foto: Marcos Corrêa/PR)


247 - O Parlaíndio Brasil ingressou com uma ação popular junto à Justiça Federal do Distrito Federal solicitando a exoneração do presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva. De acordo com o jornal O Globo, a ação, protocolada na sexta-feira (29), sustenta que Xavier  não cumpre a missão institucional de proteger e promover os direitos dos povos tradicionais do Brasil.

A ação foi ratificada por 50 lideranças indígenas que integram o Parlaíndio Brasil. “A Funai é um órgão que deve promover assistência, proteção e garantias dos direitos dos povos indígenas brasileiros e, atualmente, faz o inverso. Por isso, entramos com uma ação popular pedindo a exoneração dele — afirmou o coordenador executivo da instituição, cacique Almir Suruí.

“As lideranças do Parlaíndio avaliam que o atual presidente da Funai não se presta ao papel de defender os interesses dos povos indígenas. Pelo contrário, ele atua de maneira oposta à medida em que persegue lideranças e organizações indígenas”, completou o advogado Ramires Andrade. 

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Em abril, Xavier pediu que a Polícia Federal abrisse um inquérito para investigar o cacique Almir Suruí e a coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Sônia Guajajara, por supostas difamações feitas contra o governo jair Bolsonaro. O inquérito acabou arquivado por falta de provas. Em outubro, a Apib também pediu à Justiça para afastar o presidente da Funai por improbidade administrativa. 

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