Luciano Hang se diz vítima de terrorismo após incêndio em estátua da Havan

O empresário bolsonarista Luciano Hang, dono da Havan, se disse vítima de um incêndio que destruiu uma estátua de uma das unidades de sua rede em São Carlos (SP). "Espero que as autoridades possam elucidar esse caso e possam punir os responsáveis", disse. Também afirmou que esse pessoal do Lula livre "não quer que as pessoas falam (sic) a verdade"

(Foto: Reprodução)
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247 - O empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, se disse vítima de terrorismo após um incêndio ter destruído a estátua em frente à unidade de sua rede localizada em São Carlos, interior de São Paulo. Aliado de Jair Bolsonaro, Hang classificou o fogo como um ato de terrorismo e pediu providências das autoridades.

"É lamentável eu ter que vir aqui no último dia do ano (...) falar de um ato terrorista que aconteceu em nossa loja em São Carlos. Espero que as autoridades possam elucidar esse caso e possam punir os responsáveis. Só vamos mudar esse país com coragem de poder afrontar o que está errado e coibir atos de terrorismo, que tentam afrontar e me intimidar. Jamais vão conseguir: eu amo esse país e vou lutar todos os dias para fazer um país cada vez melhor para todos os brasileiros", afirmou em transmissão ao vivo nas redes sociais.

"Quando colocaram fogo no Porta dos Fundos — o que eu também recrimino, acho que ninguém tem que ser cerceado —, a mídia perguntou: nossos representantes não vão falar nada? Eu pergunto à grande mídia nacional: o que vocês acham? É um ato de terrorismo político ou não é? Se era da direita, agora é da esquerda? Nós precisamos discutir ideias. Agora, jamais com criminalidade, com morte, com faca, com incêndio. Estamos vivendo um país como o Chile, que está sendo inflado pela esquerda da América Latina — Cuba, Venezuela e esse pessoal do Foro de São Paulo", acrescentou. 

O empresário também afirmou que "esse pessoal do 'Lula livre', da esquerda, que picha muro, que esfaqueia, que coloca fogo nas propriedades dos outros, esse pessoal ama a Venezuela, Cuba, a Coreia do Norte. Esse pessoal não quer que as pessoas falam (sic) a verdade, não quer que o Brasil vá para frente, que o Brasil seja como os EUA, Cingapura, a Inglaterra".

"Não se pode cercear a liberdade de expressão de um cidadão brasileiro. Parabéns à Justiça, as faixas vão continuar. Por onde passa, é um sucesso. As pessoas aplaudem. Em Santa Catarina, as pessoas aplaudem, porque acreditam na mudança desse país", disse.

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